Ativismo brasileiro, práticas prefigurativas e desenvolvimento: : O caso dos “ocupas” no estado de São Paulo
Entre novembro de 2015 e janeiro de 2016, estudantes do estado de São Paulo ocuparam mais de 200 escolas de Ensino Médio protestando contra a reestruturação da rede de ensino. Trabalhando com distintas evidências, construímos um estudo de caso e o usamos para entender se e como essas insurreições at...
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) |
| Repositorio: | Gerais Revista Interinstitucional de Psicologia |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufmg.br:article/49403 |
| Acesso em linha: | https://periodicos.ufmg.br/index.php/gerais/article/view/49403 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Protestos Ativismo Movimentos sociais Práticas prefigurativas Perspectiva Ativista Transformadora |
| Resumo: | Entre novembro de 2015 e janeiro de 2016, estudantes do estado de São Paulo ocuparam mais de 200 escolas de Ensino Médio protestando contra a reestruturação da rede de ensino. Trabalhando com distintas evidências, construímos um estudo de caso e o usamos para entender se e como essas insurreições ativistas são diferentes dos tradicionais protestos militantes brasileiros. Concluímos que práticas prefigurativas são o traço distintivo desses acontecimentos e usamos a teoria da Perspectiva Ativista Transformadora para explicitar o impacto dessas sobre o curso do desenvolvimento dos jovens ativistas. |
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