Integração entre estratégias organizacionais e ações de \"T&D\": perspectivas para uma instituição financeira estatal
Este trabalho discute a questão da integração entre estratégias organizacionais e políticas de Treinamento e Desenvolvimento. Para analisar este tema foi realizado o estudo desta relação no Banco do Brasil, abrangendo o período da promulgação da Lei 4.595, de 31.12.64, Lei da Reforma Bancária, até o...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1997 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-22062022-150730 |
| Acceso en línea: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/12/12132/tde-22062022-150730/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Banking reform Estratégia organizacional Mudança organizacional Organizational change Organizational strategy Reforma bancária |
| Sumario: | Este trabalho discute a questão da integração entre estratégias organizacionais e políticas de Treinamento e Desenvolvimento. Para analisar este tema foi realizado o estudo desta relação no Banco do Brasil, abrangendo o período da promulgação da Lei 4.595, de 31.12.64, Lei da Reforma Bancária, até o início dos anos noventa, fase marcada pelo acirramento da competição no ambiente de negócios no qual o Banco está inserido. Para entendimento da questão são identificados os diversos enfoques da formulação das estratégias organizacionais e das práticas de treinamento dentro das organizações ao longo do tempo, bem como a configuração de uma nova estrutura produtiva, caracterizada pela necessidade de maior integração e flexibilidade das ações organizacionais. Entre as principais decorrências das transformações na estrutura produtiva, destaca-se o surgimento de competências valorizadoras do trabalho humano na organização. As atribuições ora demandadas apresentam-se em forma e conteúdo diversos das solicitadas pelo trabalho dentro do modelo taylorista/fordista, pois requerem a realização de atividades nas quais fatores como responsabilidade, autonomia, criatividade e inovação façam parte das ações cotidianas dos empregados. O estudo parte da análise da influência de fatos ocorridos no ambiente externo, que acarretam implicações para as práticas da Empresa, tomando por pressuposto que as transformações no ambiente externo geram mudanças, tanto nas estratégias organizacionais, quanto nas políticas de T&D do Banco do Brasil. Todo esse processo de análise, se por um lado leva a compreensão das dificuldades atuais desta integração entre estratégias do negócio e ações de \"treinamento e desenvolvimento\" sobre as pessoas, por outro, contribuiu para a definição de um papel estratégico a ser exercido pelas áreas de T&D. Nesta perspectiva, T&D assume boa parte da responsabilidade pela efetiva transformação das organizações em face das exigências e alterações das relações de mercado. |
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