Participação da família no tratamento terapêutico ocupacional da criança com paralisia cerebral

O objetivo deste estudo foi identificar a importância da participação da família no tratamento terapêutico ocupacional da criança com paralisia cerebral, bem como as estratégias usadas pelo terapeuta para favorecer tal participação. Foi realizada uma pesquisa qualitativa e descritiva, na qual um que...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Araújo, Palloma Moura de, Gonçalo, Thainara Pires, Cazeiro, Ana Paula Martins
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/145876
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/rto/article/view/145876
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Occupational therapy
Cerebral palsy
Child
Professional-family relations
Terapia Ocupacional
Paralisia Cerebral
Relações Profissional-Família
Criança
Descripción
Sumario:O objetivo deste estudo foi identificar a importância da participação da família no tratamento terapêutico ocupacional da criança com paralisia cerebral, bem como as estratégias usadas pelo terapeuta para favorecer tal participação. Foi realizada uma pesquisa qualitativa e descritiva, na qual um questionário com dez questões abertas foi respondido por 33 terapeutas ocupacionais; os dados foram tratados por meio da análise de conteúdo. Os resultados indicam que a participação da família ocorre principalmente por orientações, participação nos atendimentos e continuidade em casa do que é feito em terapia. As orientações incluem temas como posicionamento, atividades da vida diária e estimulação. Com o apoio familiar, as crianças são beneficiadas em sua evolução, participação e independência. O envolvimento da família pode ser limitado por fatores como falta de tempo, sobrecarga, desinteresse ou regras da instituição. As estratégias para favorecer este envolvimento incluem escuta e orientação, atendimento à família e criação de vínculo. Os profissionais afirmam que a participação da família é de suma importância para o tratamento, mas pode não ocorrer principalmente por dificuldades do cuidador, o que evidencia que este também necessita de cuidados.