Política de remuneração de executivos: um estudo em empresas industriais brasileiras, estadunidenses e inglesas

Este artigo tem como objetivo verificar como a política de remuneração de executivos, nas perspectivas de nível e estrutura, conforme a proposição de Murphy (1999), tem sido praticada por empresas industriais brasileiras, estadunidenses e inglesas no período de 2007 a 2010. A coleta de dados foi doc...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Machado, Débora Gomes, Beuren, Ilse Maria
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)
Repositorio:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.furg.br:1/5391
Acceso en línea:http://repositorio.furg.br/handle/1/5391
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Remuneração de executivos
Nível de remuneração
Estrutura de remuneração
Empresas Industriais
Executives’ compensation
Compensation level
Compensation structure
Industrial companies
Descripción
Sumario:Este artigo tem como objetivo verificar como a política de remuneração de executivos, nas perspectivas de nível e estrutura, conforme a proposição de Murphy (1999), tem sido praticada por empresas industriais brasileiras, estadunidenses e inglesas no período de 2007 a 2010. A coleta de dados foi documental e a amostra constituiu-se de 400 empresas industriais, sendo 30 brasileiras, 47 inglesas e 323 estadunidenses. Os resultados mostram que a remuneração dos executivos estadunidenses em relação ao nível é quase três vezes maior do que a dos executivos brasileiros e ingleses. Quanto à estrutura de remuneração, também não se constatou semelhanças na política de remuneração dos executivos brasileiros, estadunidenses e ingleses, sendo que grande parte da remuneração dos executivos estadunidenses é baseada em ações. Conclui-se que a política de remuneração de executivos praticada por empresas industriais brasileiras, estadunidenses e inglesas, no período de 2007 a 2010, não apresenta semelhanças nas perspectivas de nível e estrutura evidenciadas.