Gramática e lógica
Relações estreitas entre gramática e lógica são inegáveis. As primeiras gramáticas basearam-se claramente na lógica aristotélica e as gramáticas escolares são, hoje, a principal manifestação do modo de entender as linguagens que dela decorre. As teorias linguísticas contemporâneas, apesar de, em par...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Paraná (UFPR) |
| Repositorio: | Revista da ABRALIN (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.revista.abralin.org:article/1299 |
| Acceso en línea: | https://revista.abralin.org/index.php/abralin/article/view/1299 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | gramática gerativa lógica e gramática recursividade. |
| Sumario: | Relações estreitas entre gramática e lógica são inegáveis. As primeiras gramáticas basearam-se claramente na lógica aristotélica e as gramáticas escolares são, hoje, a principal manifestação do modo de entender as linguagens que dela decorre. As teorias linguísticas contemporâneas, apesar de, em parte ao menos, abandonarem a lógica aristotélica, constroem seus modelos analíticos a partir de noções e processos oriundos da lógica matemática. Essas noções, no entanto, nem sempre são bem compreendidas e alguns resultados de sua aplicação à teoria linguística são surpreendentes. Vou analisar aqui o uso da noção lógico-matemática de recursividade na gramática gerativa, que a converte numa noção biológica. |
|---|