Misticismo e erotismo: uma leitura de "Apariciones", de Margo Glantz
Este trabalho tem como objetivo analisar o romance Apariciones (1996), da escritora mexicana Margo Glantz, com a finalidade de compreender, em primeiro lugar, os procedimentos de escrita empregados pela romancista, com destaque para a metaficção e a intertextualidade. Para tanto, contaremos com o ap...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/181146 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/11449/181146 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Narrativa hispano-americana contemporânea Margo Glantz (1930-) Erotismo Paródia Intertextualidade Contemporary Hispanic-American narrative Parody lntertextuality |
| Resumo: | Este trabalho tem como objetivo analisar o romance Apariciones (1996), da escritora mexicana Margo Glantz, com a finalidade de compreender, em primeiro lugar, os procedimentos de escrita empregados pela romancista, com destaque para a metaficção e a intertextualidade. Para tanto, contaremos com o apoio teórico da poética sobre o prazer do texto elaborada por Roland Barthes (1973), assim como dos estudos de Tiphaine Samoyault (2008) sobre a intertextualidade, dentre outros autores, procurando demonstrar como Margo Glantz elabora uma (re) escritura a partir do diálogo e da integração de textos, alusões à pinturas e músicas. Outrossim, analisaremos o tema do erotismo presente no romance, investigando como o erotismo sagrado se aproxima do profano, por meio da análise da recriação paródica dos exercícios espirituais de duas monjas e, por outro lado, como o erotismo profano que caracteriza os encontros amorosos de um casal se aproxima do erotismo sagrado. Para tanto, nossa análise será fundamentada de acordo com as teorizações de Georges Bataille (1957) e Octavio Paz (1994) sobre o erotismo, e de Linda Hutcheon (1988) sobre o pós-modernismo e a paródia |
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