Expressões autoficionais em D'après une histoire vraie, de Delphine de Vigan, e Divócio, de Ricardo Lísias
Este trabalho tem como objetivo o estudo dos narradores das obras D’après une histoire vraie (2015), da autora francesa Delphine de Vigan, e Divórcio (2013), do escritor brasileiro Ricardo Lísias, a partir da concepção estética de autoficção de Diana Klinger (2012). Para ela, o que interessa nos tex...
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/295900 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/11449/295900 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Delphine de Vigan Ricardo Lísias Autoficção Diana Klinger Performance autoral Autofiction Authorial performance L’autofiction Performance d’auteur |
| Sumario: | Este trabalho tem como objetivo o estudo dos narradores das obras D’après une histoire vraie (2015), da autora francesa Delphine de Vigan, e Divórcio (2013), do escritor brasileiro Ricardo Lísias, a partir da concepção estética de autoficção de Diana Klinger (2012). Para ela, o que interessa nos textos autoficcionais não é a relação de identificação entre a obra e os acontecimentos da vida do autor empírico, mas sim a criação do que ela chama o mito do escritor. A conjugação entre os processos de simulação da escrita e a inserção, nas obras, de operadores de identificação, que estabelecem o vínculo das informações biográficas do narrador às do autor, resulta na visão da autoficção como uma performance do autor do texto, caracterizada como a representação teatral do autor por meio de sua escrita. O emprego dessa técnica em Vigan leva ao questionamento da “verdade” e de sua possibilidade nos textos em primeira pessoa e demais produtos culturais. Em Lísias, a suspensão entre as concepções de real e de ficcional, de autor e de narrador, conduz a críticas sociais a determinadas práticas jornalísticas e a estruturas de poder brasileiras. |
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