Previsão de cheias por conjunto em curto prazo
Nesse trabalho é apresentada uma aplicação da abordagem da previsão de cheias por conjunto em curto prazo a uma bacia de médio porte localizada na região sudeste do Brasil, a bacia do rio Paraopeba. Para geração das previsões de vazões, a metodologia utiliza um conjunto de previsões de precipitação...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/229364 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/229364 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Previsao de cheias Modelo MGB-IPH Modelos hidrológicos Ensemble flood forecasting Quantitative precipitation forecast Hydrologic modeling |
| Sumario: | Nesse trabalho é apresentada uma aplicação da abordagem da previsão de cheias por conjunto em curto prazo a uma bacia de médio porte localizada na região sudeste do Brasil, a bacia do rio Paraopeba. Para geração das previsões de vazões, a metodologia utiliza um conjunto de previsões de precipitação associada à modelagem chuva-vazão conceitual com o modelo hidrológico MGB-IPH. O experimento foi realizado durante três períodos chuvosos entre os anos de 2008 e 2011. Como parâmetro de referência na avaliação do desempenho das previsões por conjunto é utilizada uma previsão hidrológica determinística, baseada em uma previsão de precipitação única obtida da combinação ótima de diversas saídas de modelos meteorológicos, com diferentes condições iniciais e parametrizações. Nos resultados das avaliações das previsões de eventos do tipo dicótomos, que consideram a superação ou não de níveis ou vazões limite de alerta, as previsões por conjunto mostraram superioridade em relação à previsão determinística, sendo possível obter na maior parte dos casos analisados um aumento na proporção de detecções corretas da ocorrência do evento de cheia mantendo as taxas de alarmes falsos em níveis reduzidos. Esse benefício foi, de modo geral, maior em maiores antecedências e vazões limite de alerta, situações mais importantes num contexto de prevenção de cheias. |
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