A NECESSIDADE DA REFORMA AGRÁRIA NA REGIÃO DO CONTESTADO CATARINENSE/The need for Agrarian Reform in region of Contestado Catarinense
A Guerra do Contestado ocorreu entre os anos de 1912 e 1916 em uma área em litígio entre os estados do Paraná e Santa Catarina, em um momento em que também ocorreu a entrada do capital de forma violenta sobre o território caboclo camponês, através de empresas estrangeiras que exploraram as riquezas...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Revista NERA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.revista.fct.unesp.br:article/4710 |
| Acesso em linha: | https://revista.fct.unesp.br/index.php/nera/article/view/4710 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Contestado Catarinense Pobreza Agronegócio madeireiro Reforma Agrária. |
| Resumo: | A Guerra do Contestado ocorreu entre os anos de 1912 e 1916 em uma área em litígio entre os estados do Paraná e Santa Catarina, em um momento em que também ocorreu a entrada do capital de forma violenta sobre o território caboclo camponês, através de empresas estrangeiras que exploraram as riquezas naturais e implementaram a colonização europeia na região. Passados mais de cem anos do início dos conflitos, esse território continua marcado pelos altos índices de pobreza e pelo não desenvolvimento que fora prometido pelos agentes do capital e o Estado. O objetivo do presente artigo é evidenciar os indicadores sociais nos municípios em estudo, analisar os impactos socioambientais do monocultivo de pinus nos latifúndios, enquanto barreira ao desenvolvimento e refletir sobre a necessidade da Reforma Agrária como caminho da superação da pobreza na região. Como metodologia foi realizada revisão bibliográfica sobre o tema, levantamento de dados do Cadastro Único junto ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (MDS), informações da Produção Agrícola Municipal e do Censo Agropecuário no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e dados sobre os assentamentos rurais do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA). |
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