The Central Bank of Brazil’s time-varying Taylor rule

As preferências de política monetária de bancos centrais em mercados emergentes têm sido, ao longo das décadas, objeto de grande escrutínio, particularmente por alegações de dissociação da política monetária ortodoxa e de falta de credibilidade devido a estruturas institucionais inadequadas e falta...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Carvalho, Filipe Gropelli
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Fundação Getulio Vargas (FGV)
Repositorio:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.fgv.br:10438/31133
Acceso en línea:https://hdl.handle.net/10438/31133
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Taylor Rule
Monetary policy
Inflation targeting
Kalman Filter
Banco Central do Brasil
Política monetária
Regra de Taylor
Inflação
Economia
Taylor, Regra de
Descripción
Sumario:As preferências de política monetária de bancos centrais em mercados emergentes têm sido, ao longo das décadas, objeto de grande escrutínio, particularmente por alegações de dissociação da política monetária ortodoxa e de falta de credibilidade devido a estruturas institucionais inadequadas e falta de independência na tomada de decisões. Este estudo estima as preferências de política monetária do Banco Central do Brasil ao longo do tempo, estimando uma regra do tipo Taylor forwrd-looking por meio de um modelo de espaço estado com parâmetros variando no tempo. O estudo busca estimar dois parâmetros e suas mudanças no período entre 2003 e 2020: primeiro, o comportamento do parâmetro de inflação da regra de Taylor; e segundo, a meta de inflação da regra de Taylor, a chamada “meta de inflação implícita” do banco central. As principais conclusões deste estudo são, em primeiro lugar, que o Banco Central do Brasil, adotou uma abordagem hawkish para a inflação, em grande parte do período da amostra, embora desde 2011 tenha assumido uma preferência de política monetária mais dovish. Em segundo lugar, desde 2003, a meta implícita de inflação do banco central permaneceu em grande parte dentro das bandas definidas pelo Conselho Monetário Nacional, embora as metas implícitas estivessem até 2011 abaixo do centro da meta oficial, mas desde então permaneceram entre o centro e a banda superior.