Parasitismo em Phyllocnistis citrella Stainton (Lepidoptera: Gracillariidae) em pomares de citros em Montenegro, RS

Phyllocnistis citrella Stainton, o minador-das-folhas-dos-citros, é uma importante praga na cultura dos citros no mundo. Neste trabalho, avaliou-se o parasitismo em dois pomares, um de tangerineira ‘Montenegrina’ (Citrus deliciosa Ten.) e outro do híbrido ‘Murcott’ (C. sinensis (L.) Osbeck x C. reti...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Jahnke, Simone Mundstock, Redaelli, Luiza Rodrigues, Diefenbach, Lucia Maria Lopes de Almeida Guedes
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2006
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/87629
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/87629
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Parasito de planta
Minador das folhas dos citros
Controle biológico
Minador-dos-citros
Parasitóide
Descripción
Sumario:Phyllocnistis citrella Stainton, o minador-das-folhas-dos-citros, é uma importante praga na cultura dos citros no mundo. Neste trabalho, avaliou-se o parasitismo em dois pomares, um de tangerineira ‘Montenegrina’ (Citrus deliciosa Ten.) e outro do híbrido ‘Murcott’ (C. sinensis (L.) Osbeck x C. reticulata Blanco), em Montenegro, RS. Em amostragens quinzenais de junho/ 2001 a junho/ 2003, todas as folhas de plantas sorteadas aleatoriamente com pupas de P. citrella foram coletadas. Em laboratório foram acondicionadas individualmente até a emergência dos parasitóides ou do minador. O índice de parasitismo total em cada estação foi calculado a partir da proporção de parasitóides emergidos em relação ao número total de indivíduos emergidos. Foram realizados testes de correlação e regressão linear simples para avaliar a relação e a influência de fatores bióticos e abióticos no índice de parasitismo. Em ambas as áreas e nos dois anos de coleta, o maior percentual de parasitismo foi registrado no outono. O percentual total foi de 36,2% para a ‘Murcott’ e 26,4% para ‘Montenegrina’ no primeiro ano e 30,2% e 37,6% respectivamente, no segundo ano. Em ‘Murcott’, esse índice não diferiu de um ano para outro (χ2 = 2,06; gl = 1; P > 0,05), em ‘Montenegrina’ o parasitismo foi significativamente maior no segundo ano (χ2 = 7,36; gl = 1; P < 0,05). Os testes de correlação e regressão linear apontaram forte influência da densidade populacional do hospedeiro registrada entre 45 e 135 dias anteriores sobre a percentagem de parasitismo.