Desempenho termoenergético de coberturas vegetadas em clima subtropical.

Este artigo apresenta o desempenhotérmicode diferentes coberturas vegetadas aplicadas em um edifício de escritórios na cidade de Pelotas-RS, Zona Bioclimática Brasileira 2, observando,a partir do comportamento dos fechamentos opacos e transparentes,a contribuição das diferentes soluções vegetadas pa...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Fernandes, Tatiane Ballerini, Ruivo, Roseana Bonotto, Cunha, Eduardo Grala da, Krebs, Lisandra Fachinello
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)
Repositorio:Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/7441
Acceso en línea:http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/7441
https://doi.org/10.20396/parc.v9i4.8650882.
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Cobertura vegetada
Eficiência energética
Desempenho termoenergético
Green roofs
Energy efficiency
Thermal-energetic performance
Descripción
Sumario:Este artigo apresenta o desempenhotérmicode diferentes coberturas vegetadas aplicadas em um edifício de escritórios na cidade de Pelotas-RS, Zona Bioclimática Brasileira 2, observando,a partir do comportamento dos fechamentos opacos e transparentes,a contribuição das diferentes soluções vegetadas para o plano horizontal. O edifíciocondicionado artificialmente possui187,50 m²,configurando seis zonas térmicas,efoi simulado no software Energy Plus 8.4.0. Como alternativas às coberturas vegetadas–configuradas em quatro alturas de substrato–foram utilizadosoutros três modelos de cobertura: fibrocimento com laje de 10 cm em concreto –com e sem isolamento térmico de poliestireno extrudado–e fibrocimento com superfície externa pintada de branco. O estudo buscoudeterminar qual dessas coberturas é a mais eficiente energeticamente,através da avaliação dos resultados do consumo de energia e da análise do fluxo térmico no edifício.Acobertura vegetada de maior espessura de substrato (50 cm) apresentou melhor resultado,com consumo energético de 84,3kWh/m2.ano.Já a coberturade laje comtelha defibrocimento convencional foi responsável pelo maior dispêndio energético:103,5kWh/m2.ano. As coberturas vegetaisapresentaram melhor desempenhoque as demais em função daselevadas capacidadee resistência térmica e dos aspectos voltados a evapotranspiração e consequentes trocas de calor latente.Este trabalho almeja contribuir no melhor entendimento dodesempenho termoenergético das coberturas vegetadas.