A IMPEDÂNCIA BIOELÉTRICA NA AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL EM HUMANOS

Este estudo teve dois objetivos principais: a) revisar os princípios e conceitos biofísicos relacionados a avaliação da impedância bioelétríca (IB) em humanos e, b) desenvolver e validar equações para avaliação da massa corporal magra (MCM) usando a IB em ambos os sexos. Para tanto, foram avaliados...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Carvalho, Anatole Barreto Rodrigues de, Pires Neto, Cândido S.
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Sociedade Brasileira de Atividade Física e Saúde (SBAFS)
Repositorio:Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:rbafs.ojs.emnuvens.com.br:article/987
Acceso en línea:https://rbafs.org.br/RBAFS/article/view/987
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Composição corporal
Impedância bioelétríca
Pesagem hidrostática
Equações preditivas.
Descripción
Sumario:Este estudo teve dois objetivos principais: a) revisar os princípios e conceitos biofísicos relacionados a avaliação da impedância bioelétríca (IB) em humanos e, b) desenvolver e validar equações para avaliação da massa corporal magra (MCM) usando a IB em ambos os sexos. Para tanto, foram avaliados 124 sujeitos com idades entre de 18 e 30 anos, que foram submetidos à protocolos de avaliação por impedância bioelétríca (IB), pesagem hidrostática, estatura e massa corporal. A técnica de regressão múltipla Stepwise (R) foi utilizada para o desenvolvimento das equações preditivas. As análises de validação das equações propostas foram determinadas através da correlação simples de Pearson, teste t dependente e erro padrão de estimativa (EPE). As correlações múltiplas e os EPE dos grupos masculino e feminino foram de (R = 0,94 e EPE = 2,4 Kg) e (R = 0,91 e EPE = 1,6), respectivamente. Nenhuma diferença estatística significativa (p > 0,05) foi encontrada entre os valores médios mensurados e preditos da MCM. Os resultados desse estudo permitem a seguinte conclusão: as equações desenvolvidas são válidas para a estimativa da MCM para os universitários que estejam dentro dos limites dos valores das variáveis analisadas, haja vista, as mesmas terem sido validadas fornecendo altos e significativos valores de correlação múltipla e baixos valores de EPEs.