| Sumario: | O experimento teve como objetivo avaliar o efeito de diferentes doses de gonadotrofina coriônica eqüina (eCG) sobre a ovulação de ovelhas deslanadas das raças Morada Nova e Santa Inês (n = 44). O tratamento hormonal consistiu do uso de esponja vaginal impregnada com acetato de fluorogestona (FGA) durante catorze dias e da aplicação, no ato da retirada das esponjas, de eCG em diferentes doses (0; 200; 300 e 400 UI). No sétimo dia após o estro, avaliou-se, através da laparoscopia, a taxa de ovulação pela contagem dos corpos lúteos (CLs) presentes nos ovários. O percentual de ovelhas em estro foi maior (P < 0,05) nos tratamentos em que se associou o progestágeno à eCG (98 a 100 %), em comparação com aqueles onde se utilizou apenas o progestágeno (36%). Porém, o aumento na dose de eCG não causou variação significativa neste parâmetro. O número de CLs também foi maior nas fêmeas tratadas com FGA + eCG (1,4 a 1,6 CL/animal) do que nos que receberam somente FGA (0,3 CL/animal), todavia, não houve diferença entre as doses de eCG (200; 300 e 400 UI) com relação à taxa de ovulação. Portanto, concentrações de 200 a 400 UI de eCG foram eficazes na indução e sincronização do estro, com taxas de ovulação satisfatórias, em ovelhas Morada Nova e Santa Inês.
|