Processo de transcrição da Paulistana Nº 2, de Cláudio Santoro, para Violão e Violão Brahms

A Paulistana Nº 2 para piano, de Claudio Santoro, foi escrita em 1953, usando elementos da catira, uma dança (com bater de palmas e pés) acompanhada pelo canto e pela viola caipira. O artigo tem como objetivo apresentar o processo de transcrição para duo de violão e violão de oito cordas Brahms da P...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Sampaio, Vitor Botelho, Genari, Fernando Donizete, Costa, Gustavo Silveira, Fer
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista da Tulha
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/198091
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/revistadatulha/article/view/198091
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Duo de violões
Transcrição
Claudio Santoro
Folclore
Guitar Duo
Transcription
Folklore
Descripción
Sumario:A Paulistana Nº 2 para piano, de Claudio Santoro, foi escrita em 1953, usando elementos da catira, uma dança (com bater de palmas e pés) acompanhada pelo canto e pela viola caipira. O artigo tem como objetivo apresentar o processo de transcrição para duo de violão e violão de oito cordas Brahms da Paulistana Nº 2, por meio da descrição dos procedimentos empregados nas adaptações necessárias, incluindo exemplos do texto original e das partituras transcritas. Além de ampliar o repertório para essa formação de duo de violões, esta transcrição busca transportar a obra para um novo âmbito sonoro, capaz de desvelar a sonoridade pretendida pelo compositor, ressaltando a inspiração caipira da obra pianística, cujas texturas rítmicas remetem-se claramente aos rasgueados típicos do acompanhamento da catira, recursos exclusivos dos instrumentos de cordas dedilhadas, como a viola caipira e o violão.