Adaptabilidade comparativa de Ralstonia pseudosolanacearum e R. solanacearum em solanáceas no estado de Pernambuco
No estado de Pernambuco, região Nordeste do Brasil, a murcha bacteriana causada por Ralstonia pseudosolanacearum (Rpsol) (filotipo I) e R. solanacearum (Rsol) (filotipo II) dificulta o cultivo de solanáceas em municípios de todas as mesorregiões do estado, apresentando emergente prevalência de Rpsol...
| Author: | |
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| Format: | master thesis |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2020 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) |
| Repository: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRPE |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:tede2:tede2/9382 |
| Online Access: | http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/9382 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Solanaceae Murcha bacteriana Bactérias fitopatogênicas Adaptabilidade Ralstonia pseudosolanacearum Ralstonia solanacearum FITOSSANIDADE::FITOPATOLOGIA |
| Summary: | No estado de Pernambuco, região Nordeste do Brasil, a murcha bacteriana causada por Ralstonia pseudosolanacearum (Rpsol) (filotipo I) e R. solanacearum (Rsol) (filotipo II) dificulta o cultivo de solanáceas em municípios de todas as mesorregiões do estado, apresentando emergente prevalência de Rpsol nos campos de produção de algumas mesorregiões. Para esclarecer as condições adaptativas das duas espécies, o objetivo deste estudo foi comparar isolados de Rpsol e Rsol representativos da população presente no estado de Pernambuco, sob diferentes condições fisiológicas, bioquímicas, ecológicas e patogênicas, a fim de determinar possíveis vantagens adaptativas dessas espécies. Isolados de Rpsol utilizaram uma maior variedade de fontes de carbono e possuíram maior espectro de resistência a substâncias inibitórias, além de terem sido mais competentes a infectarem diferentes hospedeiros de solanáceas, apresentando um processo infectivo em raízes e caules de tomateiro (Solanum lycopersicum L.) mais rápido que isolados de Rsol. Por outro lado, isolados de Rsol foram considerados mais aptos a se adaptarem a uma faixa maior de temperatura, pH e salinidade, além de terem mostrado maior habilidade para formação de biofilme e produção de bacteriocinas. Com base nos resultados, concluímos que a população estudada de Rpsol possuiu maior adaptabilidade patogênica e bioquímica enquanto a de Rsol maior adaptabilidade fisiológica e ecológica, e que por apresentarem vantagens adaptativas distintas, no momento não existem indícios de que uma espécie possa declinar ou extinguir a população da outra no estado de Pernambuco. |
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