A administração dos Marqueses de Cascais em Itamaracá: capitães-mores e procuradores do donatário (1692-1763)
A capitania de Itamaracá permaneceu como uma donataria em um período em que ocorriam progressivamente incorporações das capitanias hereditárias do Atlântico ao patrimônio régio, durante os séculos XVII e XVIII. A devolução da referida capitania à família donatarial dos Marqueses de Cascais ocorreu e...
| Autor: | |
|---|---|
| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) |
| Repositorio: | Revista Ágora (Vitória) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufes.br:article/36157 |
| Acesso em linha: | https://periodicos.ufes.br/agora/article/view/36157 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Capitania de Itamaracá Casa de Cascais Administração Donatarial Captaincy of Itamaracá Cascais’ House Donatory Administration |
| Resumo: | A capitania de Itamaracá permaneceu como uma donataria em um período em que ocorriam progressivamente incorporações das capitanias hereditárias do Atlântico ao patrimônio régio, durante os séculos XVII e XVIII. A devolução da referida capitania à família donatarial dos Marqueses de Cascais ocorreu em 1692, permanecendo com a posse até a morte da última herdeira da Casa de Cascais, em 1763. Dentro deste contexto, o objetivo deste artigo é entender como os Marqueses de Cascais mantinham a administração de sua possessão à distância, através das nomeações para ofícios da administração colonial, sobretudo o ofício de capitão-mor, relativo ao governo da capitania, bem como de procuradores do donatário, muitas vezes coincidente com o de capitão-mor. |
|---|