EVANGÉLICOS, PRESENTISMO E A RESISTÊNCIA À LEI Nº 10.639/2003

Apesar da lei nº 10.639/2003, que estabeleceu a obrigatoriedade da inserção da temática História e Cultura Afro-brasileira nos currículos escolares do país, ter entrado em vigor há mais de uma década, a lei permanece pouco efetiva nos ambientes escolares do país. Além disso, muitas vezes as tentativ...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Sá, Leonardo Chermont de
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Recursos:Colégio Pedro II
Repositorio:Revista Encontros
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.cp2.g12.br:article/3519
Acesso em linha:https://portalespiral.cp2.g12.br/index.php/encontros/article/view/3519
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Lei nº 10.639/2003
evangélicos
Presentismo
Relações étnico-raciais
Ensino de História
Descrição
Resumo:Apesar da lei nº 10.639/2003, que estabeleceu a obrigatoriedade da inserção da temática História e Cultura Afro-brasileira nos currículos escolares do país, ter entrado em vigor há mais de uma década, a lei permanece pouco efetiva nos ambientes escolares do país. Além disso, muitas vezes as tentativas de atividades escolares relacionadas à temática História e Cultura Afro-brasileira sofrem ataques de grupos religiosos. O trabalho se propõe a apresentar exemplos dos embates travados nas escolas brasileiras entre aqueles que buscam a aplicação da lei e os grupos que resistem a ela, buscando associar a oposição à Lei 10.639/2003 à difusão da Teologia da Prosperidade entre os evangélicos brasileiros. Além de propor o estabelecimento de uma relação entre a resistência à lei por parte de grupos evangélicos e a hipótese de presentismo formulada por François Hartog (1946).