O impacto na situação econômica e financeira nas empresas brasileiras do setor siderúrgico, decorrentes da crise do mercado mundial de aço
Este pesquisa tem como objetivo apresentar ao leitor o impacto na situação econômica e financeira das empresas brasileiras do setor siderúrgico, decorrentes da crise do mercado mundial de aço. Esta pesquisa é de grande relevância para a infraestrutura do país, setores da economia como: (indústria de...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.repositorio.jesuita.org.br:UNISINOS/6478 |
| Acceso en línea: | http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/6478 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | ACCNPQ::Ciências Sociais Aplicadas::Ciências Contábeis Impacto econômico-financeiro Excesso de produção de aço Indicadores econômico-financeiros Siderúrgicas Economic impact-financial Excess production of steel Economic and financial indicators Steel mills |
| Sumario: | Este pesquisa tem como objetivo apresentar ao leitor o impacto na situação econômica e financeira das empresas brasileiras do setor siderúrgico, decorrentes da crise do mercado mundial de aço. Esta pesquisa é de grande relevância para a infraestrutura do país, setores da economia como: (indústria de transformação, indústria de base, construção civil e também o setor automobilístico e os segmentos de máquinas e equipamentos) são os maiores consumidores de aço aqui produzido, estes representam 80% do consumo de aço no país e estão em desaceleração. A pesquisa caracteriza se como: quantitativa, descritiva e documental. Para o desenvolvimento da pesquisa foram coletados dados referentes aos anos de 2001 a 2015, divididos em dois períodos distintos, sendo o primeiro período 2001 a 2007, antes da crise de 2008/9, e o segundo período após a crise 2010 a 2015. A amostra contou com 10 companhias abertas listadas na BM&FBOVESPA e com dados disponíveis na economática. Foram usados 11 indicadores econômico-financeiros de rentabilidade, liquidez, endividamento e capital de giro. Os indicadores financeiros foram: (Retorno sobre os Ativos [ROA]; Retorno sobre Patrimônio Líquido [ROE]; Liquidez Corrente; Liquidez Geral, Endividamento a Curto Prazo e Endividamento a Longo Prazo). (Os Indicadores econômicos foram: (Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização EBITDA; Tesouraria (T); Capital de Giro (CG); Necessidade de Capital de Giro (NCG)) e a Margem Liquida (MG). Destacaram-se um indicador financeiros de rentabilidade o ROA e 3 três indicares econômicos de rentabilidade, ROE, Margem Liquida, EBITDA, que deram resultados estatisticamente significantes a 5%. Os resultados das análises dos indicadores apontam que os lucros auferidos pelos empresários e acionistas das siderúrgicas diminuíram consideravelmente em relação ao primeiro período analisado. A taxa de retorno gerada nas aplicações das siderúrgicas foi impactada de forma negativa e que a produtividade e a eficiência econômica das siderúrgicas bem como a quantidade de recursos gerados por meio de suas atividades operacionais foram impactadas economicamente, de forma negativa pela crise de 2008/9 e pelo excesso de produção de aço. |
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