Prevalência de desvio de septo nasal em crianças e adolescentes de um hospital terciário
Introdução: Os desvios de septo nasal (DSN) podem ser assintomáticos ou apresentar obstrução nasal que interfere na qualidade de vida e no crescimento facial. Tem etiologia multifatorial. Objetivo: Avaliar a prevalência total e de determinados tipos de DSN em crianças e adolescentes, relacionando-os...
| Autores: | , , , |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| Repositorio: | Revista de Medicina da UFC |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufc:article/31168 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufc.br/revistademedicinadaufc/article/view/31168 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Septo nasal Criança Deformidades adquiridas nasais Prevalência Nasal septum |
| Sumario: | Introdução: Os desvios de septo nasal (DSN) podem ser assintomáticos ou apresentar obstrução nasal que interfere na qualidade de vida e no crescimento facial. Tem etiologia multifatorial. Objetivo: Avaliar a prevalência total e de determinados tipos de DSN em crianças e adolescentes, relacionando-os a sexo e idade. Método: pacientes de ambulatório de Otorrinopediatria de um hospital terciário, com idade até 16 anos completos, avaliadas através de anamnese em questionário padrão e exame físico, para classificação de DSN segundo Mladina. Identificado a presença ou não de deformidade, relacionando-a a sexo, faixa etária e tipo de desvio. Resultados: 497 crianças avaliadas, nas quais 36,8% havia DSN, sendo 37,8% no sexo masculino e 35,6% no sexo feminino. Identificou-se prevalência de 24,3% em menores de 6 anos de idade, 41,5% em crianças entre 6-11 anos e 59,6% em maiores de 11 anos. A prevalência por tipo foi de 36,5% no tipo 1, 13,1% no tipo 2, 12,5% no tipo 3, 4,9% no tipo 4, 14,7% no tipo 5, 13,1% no tipo 6 e 4,9% no tipo 7. Conclusão: A prevalência de DSN em crianças e adolescentes até 16 anos foi de 36,8%, aumentando com a idade. Não houve diferença quanto ao sexo. Os mais prevalentes foram os tipos 1 e 5. |
|---|