Linfoma de Hodgkin : aspectos epidemiológicos e subtipos diagnosticados em um hospital de referência no Estado do Pará, Brasil

Os linfomas são neoplasias do sistema imunitário com origem em linfócitos B, T ou células natural killer que envolvem os tecidos linfoides que estão associados ao crescimento de massas tumorais. O linfoma de Hodgkin (LH) é uma neoplasia linfoproliferativa caracterizada histopatologicamente pela pres...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Monteiro, Talita Antônia Furtado, Arnaud, Maria Vanda Catão, Monteiro, José Luiz Furtado, Costa, Marcos Rogério Menezes da, Vasconcelos, Pedro Fernando da Costa
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Instituto Evandro Chagas (IEC)
Repositorio:Repositório Digital do Instituto Evandro Chagas (Patuá)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:patua.iec.gov.br:iec/2434
Acceso en línea:https://patua.iec.gov.br/handle/iec/2434
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Doença de Hodgkin / diagnóstico
Doença de Hodgkin / epidemiologia
Células de Reed-Sternberg
Perfil de Saúde
Descripción
Sumario:Os linfomas são neoplasias do sistema imunitário com origem em linfócitos B, T ou células natural killer que envolvem os tecidos linfoides que estão associados ao crescimento de massas tumorais. O linfoma de Hodgkin (LH) é uma neoplasia linfoproliferativa caracterizada histopatologicamente pela presença de células neoplásicas com variada morfologia denominadas Reed-Sternberg. O objetivo deste trabalho foi descrever o perfil epidemiológico e subtipos dos LH diagnosticados no período de 1996 a 2005 no Hospital Ophir Loyola em Belém, Estado do Pará, Brasil. Do total, 64,6 % (42/65) dos pacientes com LH eram do sexo masculino e 35,4 % (23/65) do feminino com faixa etária variando entre 2 e 84 anos. Os subtipos de LH registraram taxas de 50,8 % (33/65), 26,2% (17/65), 15,4% (10/65) e 7,6% (5/65) para esclerose nodular, celularidade mista, depleção linfocitária e predominância linfocitária, respectivamente. Os LH, na década do estudo (1996-2005), foram mais expressivos na faixa infanto-juvenil, na qual prevaleceu o subtipo esclerose nodular nas amostras diagnosticadas no Estado do Pará.