Epidemiologia do linfoma do Manto em um hospital de referência na Amazônia

O linfoma de células do Manto é um linfoma não Hodgkin (LNH) de células B maduras raro e agressivo com taxas de sobrevida a longo prazo historicamente baixas. O objetivo do estudo foi traçar o perfil epidemiológico dos pacientes diagnosticados com Linfoma de Células do Manto atendidos em um hospital...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Siqueira, Vitória de Souza, Van den Berg, Ana Virginia Soares
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)
Repositorio:Research, Society and Development
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/39798
Acceso en línea:https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/39798
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Mantle Cell Lymphoma
Epidemiology
Non-Hodgkin Lymphoma.
Linfoma de células del manto
Epidemiología
Linfoma no Hodgkin.
Linfoma de célula do Manto
Epidemiologia
Linfoma Não Hodgkin.
Descripción
Sumario:O linfoma de células do Manto é um linfoma não Hodgkin (LNH) de células B maduras raro e agressivo com taxas de sobrevida a longo prazo historicamente baixas. O objetivo do estudo foi traçar o perfil epidemiológico dos pacientes diagnosticados com Linfoma de Células do Manto atendidos em um hospital oncológico de referência. Foi realizado um estudo observacional, descritivo com delineamento transversal, com análise de prontuários hospitalares. A maioria dos pacientes era do sexo masculino, encontrava-se na faixa etária entre os 60 e 69 anos e no estadiamento IV. Houve um predomínio de pacientes com sintomas B. Em termos laboratoriais, os pacientes apresentavam elevação de desidrogenase láctica e de leucometria. Não foi identificada correlação entre idade, desidrogenase láctica e leucometria com a mortalidade, em contrapartida, houve uma correlação positiva com o estadiamento. Todos os indivíduos apresentaram estratificação MIPI de alto risco. Todas as terapias de primeira linha foram baseadas em quimioterapia associada ao anticorpo monoclonal anti-CD20 – Rituximabe. As terapias de segunda linha utilizadas foram: DHAP e GDP. Metade dos enfermos foram submetidos a uma segunda linha de tratamento. 100% dos pacientes estudados não realizaram o transplante autólogo, o que pode ter influenciado no status dos pacientes em que 60% evoluíram a óbito. Estudos futuros são necessários para estabelecer o impacto na sobrevida dos pacientes a partir de modificações na terapêutica aplicada como aumento da exposição ao transplante autólogo ou uso de inibidores covalentes de tirosina quinase de Bruton (BTK).