Terapia via internet e relação terapêutica

A terapia via Internet ainda não foi aprovada pelo Conselho Federal de Psicologia,entretanto, pesquisas são recomendadas. A possibilidade técnica de oferecer tal serviço e a possibilidade de formação da relação terapêutica foram investigadas. Foi desenvolvido, por meio da utilização de softwares liv...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Prado, Oliver Zancul
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2003
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-29072003-113331
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47133/tde-29072003-113331/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:internet
processos psicoterapêuticos
psicoterapia
psychotherapeutic processes
psychotherapy
Descripción
Sumario:A terapia via Internet ainda não foi aprovada pelo Conselho Federal de Psicologia,entretanto, pesquisas são recomendadas. A possibilidade técnica de oferecer tal serviço e a possibilidade de formação da relação terapêutica foram investigadas. Foi desenvolvido, por meio da utilização de softwares livres, um sistema de inscrição e psicoterapia breve realizada de forma assíncrona. A relação terapêutica foi analisada por meio do Working Alliance Inventory (WAI). Foi possível realizar o serviço de terapia via Internet e a relação terapêutica desenvolvida apresentou características semelhantes às escritas na literatura. Os clientes que se inscreveram (373) eram predominantemente do sexo feminino, com nível superior, usuários ativos de Internet e experientes no uso do computador. Os terapeutas que se inscreveram (20) apresentaram características demográficas similares às dos clientes, média experiência clínica e eram academicamente ativos. Nas 53 terapias criadas, foram encontradas diferenças significativas, referentes ao WAI, entre os clientes que abandonaram a terapia (19) e os que a completaram (29). Por outro lado, em relação aos terapeutas (15), não foram encontradas diferenças significativas entre os que atenderam os clientes que abandonaram a terapia e os que atenderam os clientes que a completaram. Contudo, foram encontradas diferenças significativas referentes ao tamanho das mensagens dos terapeutas, tendo sido essas mais extensas nas terapias que apresentaram melhor relação terapêutica.