Perception versus intake of fruit and vegetables

Objetivo: Este estudo tem por objetivos comparar a percepção e o consumo de frutas e hortaliças, bem como identificar os fatores associados à percepção equivocada do consumo. Métodos: Trata-se de estudo transversal com 3.414 participantes do Programa Academia da Saúde de Belo Horizonte, no estado de...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Maria Cecília Ramos de Carvalho, Mariana Carvalho de Menezes, Aline Cristine Souza Lopes
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Repositorio:Repositório Institucional da UFMG
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.ufmg.br:1843/63439
Acceso en línea:https://doi.org/10.1590/1678-98652018000200008
http://hdl.handle.net/1843/63439
http://orcid.org/0000-0002-8947-2121
http://orcid.org/0000-0002-3069-7959
http://orcid.org/0000-0001-9782-2606
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Fruit
Vegetables
Feeding behavior
Food consumption
Models theoretical
Frutas
Verduras
Comportamento alimentar
Ingestão de alimentos
Modelos teóricos
Descripción
Sumario:Objetivo: Este estudo tem por objetivos comparar a percepção e o consumo de frutas e hortaliças, bem como identificar os fatores associados à percepção equivocada do consumo. Métodos: Trata-se de estudo transversal com 3.414 participantes do Programa Academia da Saúde de Belo Horizonte, no estado de Minas Gerais, Brasil. Os estágios de mudança do Modelo Transteórico foram utilizados para investigar a percepção do consumo, bem como foram adaptadas questões de inquérito nacional para avaliar objetivamente o consumo desses alimentos em separado. Indivíduos com consumo e percepção discordantes foram reclassificados em pseudomanutenção (acreditam, equivocadamente, que seu consumo é adequado) ou em ação não-refletiva (acreditam, equivocadamente, que seu consumo é inadequado). Resultados: Observou-se ingestão insuficiente de frutas e hortaliças e elevada percepção equivocada do consumo. Pseudomanutenção foi mais prevalente, sendo 45.1% dos indivíduos reclassificados para o consumo de hortaliças e 22.9% para frutas. Segundo regressão logística multinomial, foram associados à pseudomanutenção para consumo de frutas: sexo, escolaridade, segurança alimentar e nutricional, satisfação com o peso corporal e participação em intervenções nutricionais; e, para hortaliças, escolaridade e satisfação com o peso corporal. Apenas idade foi significativa para ação não-refletiva. Conclusão: Verificou-se elevada discordância entre percepção e consumo, com destaque para hortaliças e reclassificação em pseudomanutenção. A percepção equivocada foi associada a diferentes fatores, incluindo variáveis sociodemográficas, participação em intervenções nutricionais e satisfação com o peso corporal. Tais resultados podem contribuir para o delineamento de intervenções mais alinhadas com o comportamento alimentar, visando o empoderamento dos indivíduos para suas escolhas alimentares.