Time course of cardiovascular and renal response to physical training in hypertensive elderly

Introdução: A prática regular de exercí­cios fí­sicos contribui com o tratamento não farmacológico da hipertensão arterial (HA), e oferece condições favoráveis para função renal. Objetivo: Avaliar o efeito do tempo de treinamento sobre as respostas cardiovasculares e função renal de idosos hipertens...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Moura, Samara Silva, Souza, Perciliany Matins de Souza, da Silva, Altair Pinto, Braga, Eliana, Corrêa, Karine Marlleny Neves, Coelho, Daniel Barbosa, Oliveira, Emerson Cruz, Becker, Lenice Kappes
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Instituto Brasileiro de Ensino e Pesquisa em Fisiologia do Exercício (IBPEFEX)
Repositorio:Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.rbpfex.com.br:article/1862
Acceso en línea:https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/1862
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Hypertension
Exercise
Glomerular filtration rate
Cardiovacular response
Hipertensión
Ejercicio
Tasa de filtración glomerular
Respuesta cardiovascular
Ipertensione
Esercizio
Tasso di filtrazione glomerulare
Risposta cardiovascolare
Hipertensão
Exercício
Taxa de filtração glomerular
Resposta cardiovascular
Descripción
Sumario:Introdução: A prática regular de exercí­cios fí­sicos contribui com o tratamento não farmacológico da hipertensão arterial (HA), e oferece condições favoráveis para função renal. Objetivo: Avaliar o efeito do tempo de treinamento sobre as respostas cardiovasculares e função renal de idosos hipertensos. Métodos: 19 voluntários com idade 62±1,6 anos hipertensos, foram submetidos a um programa de treinamento fí­sico (TF) com duração de 3 meses. Ao final de cada mês de TF foram avaliados frequência cardí­aca (FC) e pressão arterial (PA) em repouso, durante e na recuperação da sessão de exercí­cio. Realizou-se também coleta urinária e sanguí­nea ao final de cada mês de TF para avaliar a função renal. Resultados: A recuperação da FC foi mais rápida no final do 2º mês de treinamento (90±2,9bpm) permanecendo no 3º mês (88±2,5bpm), (p<0,01), quando comparado com o final do 1º mês (98±2,3bpm). A recuperação da pressão arterial diastólica foi mais rápida no 2º mês (82± 0,9 mmHg) e 3º mês (79±1,1) em relação ao 1º mês (83±0,5mmHg) de TF. O ritmo de filtração glomerular foi significativamente maior a partir do 2º mês de treinamento. Conclusões: Este estudo mostrou que o TF foi efetivo na recuperação da FC e PA a partir do 2º mês de TF, além disso, já no final do 2º mês de TF observa-se melhora na função renal.