Resistência à fratura de facetas oclusais ultrafinas confeccionadas em CAD/CAM e cimentadas em esmalte e dentina
O objetivo do estudo, in vitro, foi avaliar a resistência à fratura de restaurações cerâmicas IPS e.max CAD confeccionadas pela técnica CAD/CAM (Computer-aided desing/Computer-aided manufacturing) em espessuras ultrafinas (0,3 mm 0,6 mm), cimentadas em substratos de esmalte ou dentina. Cinquenta mol...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:tede2.pucrs.br:tede/9981 |
| Acceso en línea: | http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/9981 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cerâmica Resistência à fratura Esmalte Dentina Ceramic Fracture resistance Enamel Dentin CIENCIAS DA SAUDE:ODONTOLOGIA |
| Sumario: | O objetivo do estudo, in vitro, foi avaliar a resistência à fratura de restaurações cerâmicas IPS e.max CAD confeccionadas pela técnica CAD/CAM (Computer-aided desing/Computer-aided manufacturing) em espessuras ultrafinas (0,3 mm 0,6 mm), cimentadas em substratos de esmalte ou dentina. Cinquenta molares humanos foram divididos randomicamente em cinco grupos (n=10): G1 – dentes hígidos (controle) ; G2 – espessura da restauração de 0,3 mm cimentada em esmalte; G3 – restauração com 0.6 mm cimentada em esmalte; G4 – restauração com 0,3 mm cimentada em dentina; G5 – restauração com 0,6 mm cimentada em dentina. A cimentação foi realizada em esmalte ou dentina pela técnica adesiva, sendo armazenadas em água destilada a 37ºC por 24 h. Após armazenagem, as amostras foram submetidas à ciclagem mecânica (1.000.000 de ciclos com carga de 200 N). Na sequência, foi realizado o teste de resistência à fratura em máquina de ensaio universal com velocidade de carregamento de 1 mm/minuto. As fraturas foram classificadas como reparáveis e irreparáveis. De acordo com a Análise de Variância de duas vias, apenas o efeito da espessura das restaurações foi significativo (p = 0,002). De acordo com o teste de Tukey, médias seguidas de letras distintas diferem estatisticamente entre si (p<0,05): G1 (3204 N)ab; G2 (3144 N)ab; G3 (2489 N)b; G4 (3591 N)a; G5 (2770 N)ab. As falhas foram irreparáveis no grupo controle, havendo falhas reparáveis e irreparáveis nos grupos experimentais. Concluiu-se que as restaurações ultrafinas, cimentadas em esmalte como em dentina, obtiveram resistência à fratura comparáveis ao do dente hígido. |
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