Avaliação funcional durante o exercício em crianças e adolescentes com bronquiolite obliterante pós-infecciosa
Objetivo: Avaliar a capacidade funcional no exercício em crianças e adolescentes com bronquiolite obliterante pós-infecciosa. Métodos: Foram estudadas 20 crianças com bronquiolite obliterante pós-infecciosa,comidade de8a16anos, que estavamemacompanhamento ambulatorial. Os pacientes realizaram teste...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2008 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/56440 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/56440 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Exercício físico Criança Adolescente Bronquiolite obliterante Bronchiolitis obliterans Children Exercise |
| Sumario: | Objetivo: Avaliar a capacidade funcional no exercício em crianças e adolescentes com bronquiolite obliterante pós-infecciosa. Métodos: Foram estudadas 20 crianças com bronquiolite obliterante pós-infecciosa,comidade de8a16anos, que estavamemacompanhamento ambulatorial. Os pacientes realizaram teste cardiopulmonar do exercício (TCPE) em esteira, teste de caminhada de 6 minutos (TC6), espirometria e pletismografia, seguindo diretrizes da American Thoracic Society (ATS), European Respiratory Society (ERS) e American College of Chest Physicians (ACCP). Para o cálculo dos percentuais esperados, foram utilizados Armstrong (TCPE), Geiger (TC6), Knudson (espirometria) e Zapletal (pletismografia). Resultados: A idade média foi de 11,4±2,2 anos;70%meninos; peso: 36,8±12,3 kg; altura: 143,8±15,2 cm. Os pacientes apresentaramos fluxos diminuídos na espirometria e os volumes aumentados na pletismografia, comparados com a população de referência. No TCPE, 11 pacientes apresentaram valores do consumo de oxigênio (VO2 de pico) reduzidos (< 84% do previsto). A média da distância total percorrida no TC6 foi de 512±102m(77,0±15,7%).OVO2 de pico não se correlacionoucomdistância (TC6); no entanto, correlacionou-se com valores absolutos da capacidade vital forçada (r = 0,90/p = 0,00), do volume expiratório forçado (r = 0,86/p =0,00), da relação volume residual por capacidade pulmonar total (r=-0,71/ p = 0,02) e com o percentual do previsto nessa relação (-0,63/p = 0,00). Conclusão:A maioria dos pacientes com bronquiolite obliterante pós-infecciosa apresentou diminuição da capacidade funcional no exercício, evidenciada tanto no TCPE quanto no TC6. Devido à maior factibilidade, o TC6 pode ser uma alternativa nos serviços que não dispõem do TCPE. |
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