UM ESTUDO COMPARATIVO DA SEMIVOCALIZAÇÃO DA LATERAL /L/ EM ESCRITAS DE ALUNOS DE SÉRIES INICIAIS DE ESCOLA PÚBLICA E PRIVADA DE JABOATÃO DOS GUARARAPES-PE

Objetiva-se explicar e catalogar o fenômeno encontrado na escrita da semivocalização da lateral /l/ quando transformada em glide /w/ e expressa ortograficamente como vogal alta u, em posição de codas final e medial. O presente trabalho se debruçou sobre dados recolhidos na cidade de Jaboatão dos Gua...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Silva, André Pedro da
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2023
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Sergipe (UFS)
Repositório:Travessias Interativas
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs.ufs.emnuvens.com.br:article/17438
Acesso em linha:https://periodicos.ufs.br/Travessias/article/view/17438
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Desvios Ortográficos
Semivocalização
Escola Pública e Privada
Fonologia
Variação Linguística
Descrição
Resumo:Objetiva-se explicar e catalogar o fenômeno encontrado na escrita da semivocalização da lateral /l/ quando transformada em glide /w/ e expressa ortograficamente como vogal alta u, em posição de codas final e medial. O presente trabalho se debruçou sobre dados recolhidos na cidade de Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco - PE, em uma escola municipal de ensino público. Salienta-se que esse trabalho também apresenta um estudo comparativo entre os dados aqui levantados e os dados já analisados pelo REFALES em ensino privado, tecendo, assim, uma comparação. A metodologia deste trabalho baseia-se no método quantitativo-comparativo e apoiamo-nos teoricamente na Teoria da Linguística e da Variação Linguística e para tanto, utilizamos o arcabouço de Câmara Jr (1998); Faraco (2012); Hora (2006); Hora, Pedrosa e Cardoso (2010); Mollica (2003); Morais (2003, 2007); Zilles e Faraco (2015), dentre outros; na Psicogênese da Língua Escrita, com Ferreiro e Teberosky (1986), na Filosofia da Linguagem, com Azize (2012) e para apreensão dos resultados em Freire (1987). Os resultados aqui apresentados nos mostram que fatores sociais associam-se aos linguísticos, sendo esclarecedores o quantitativo que aponta para uma maior superação da variação em contexto privado e a revelação de dificuldades fonológicas no contexto público.