A comunicação das organizações diante de públicos, esfera pública e opinião pública: como as plataformas sociais digitais se encaixam nisso?

Examinamos, por meio de abordagem conceitual, a caracterização do discurso e das ações de comunicação das organizações diante de uma esfera pública híbrida na qual a opinião pública adquire um status paradoxal de autonomia de expressão estando, simultaneamente, sob o determinismo algorítmico das amb...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Saad, Elizabeth
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Organicom (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/175986
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/organicom/article/view/175986
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Public opinion
Social networks
Organizational communication
Digitalization
Opinión pública
Redes sociales
Comunicación organizativa
Digitalización
Opinião pública
Redes sociais
Comunicação organizacional
Digitalização
Descripción
Sumario:Examinamos, por meio de abordagem conceitual, a caracterização do discurso e das ações de comunicação das organizações diante de uma esfera pública híbrida na qual a opinião pública adquire um status paradoxal de autonomia de expressão estando, simultaneamente, sob o determinismo algorítmico das ambiências para expressão de opinião. Iniciamos a discussão pelo entendimento da esfera pública híbrida constituída por uma miríade de ambiências que abrigam redes de sociabilidade; consideramos os fatores intervenientes que impactam a comunicação das organizações – os discursos mediados por modulações algorítmicas e também por influenciadores; e concluímos com reflexões sobre os relacionamentos com públicos, audiências e a formação de opinião que, a despeito de propósitos claros da organização, são impactados por processos de desinformação. Como suporte conceitual, além de material produzido pela autora, tomamos as referências clássicas de Papacharissi (2002), Boyd e Baym (2012), Livingstone (2015), Caplan e Boyd (2016).