Neuroética e direto penal : um estudo sobre a utilização da prova neurocientífica no processo penal

O presente trabalho tem o objetivo de analisar as provas neurocientíficas no processo penal juntamente com as suas implicações bioéticas. Analisa-se, ainda, a contextualização moderna e histórica da Neuroética e da Neurociência em companhia de suas ramificações filosóficas e debatem-se os dilemas en...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Eschiletti, Andrea Sartori
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:tede2.pucrs.br:tede/8217
Acceso en línea:http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/8217
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Neuroética
Neurociência
Provas Neurocientíficas
Estimulação Magnética Transcraniana
CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO
Descripción
Sumario:O presente trabalho tem o objetivo de analisar as provas neurocientíficas no processo penal juntamente com as suas implicações bioéticas. Analisa-se, ainda, a contextualização moderna e histórica da Neuroética e da Neurociência em companhia de suas ramificações filosóficas e debatem-se os dilemas enfrentados pela Neurociência quanto à aplicabilidade das provas neurocientíficas nos tribunais e com o desenvolvimento do privilege na common law. Na sequência, discute-se a questão das provas propriamente ditas: as provas penais, científicas e neurocientíficas junto com as suas espécies, quais sejam a PET, a SPECT e a fMRI, em que se discorre sobre o histórico e sobre a admissibilidade desses instrumentos como detectores de mentiras. Posteriormente, é tratado o tema da estimulação magnética transcraniana e outras técnicas psiquiátricas, levando em conta os seus aspectos bioéticos, neuroéticos e jurídicos. Finalmente, aborda-se a valoração e a confiabilidade das provas neurocientíficas e suas implicações jurídicas, mostrando os standards das provas científicas, a valoração do juiz e do júri e as implicações bioéticas trazidas com tais evidências à luz dos direitos fundamentais.