O COMUNISMO MARXIANO, O DEBATE “REFORMA OU REVOLUÇÃO” E OS PARTIDOS COMUNISTAS BRASILEIROS NO SÉCULO XXI

Com o advento do fim da Guerra Fria e a dissolução da U.R.S.S. os partidos comunistas, ao redor do globo, entraram em uma relativa crise. As táticas, as estratégias e até os princípios foram questionados. No cenário brasileiro ocorre o questionamento interno nos dois principais partidos comunistas;...

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Detalles Bibliográficos
Autor: de Paula Narciso Rocha, Natália
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES)
Repositorio:Revista Desenvolvimento Social (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.periodicos.unimontes.br:article/145
Acceso en línea:https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/rds/article/view/145
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Comunismo
Revisionismo
Partido Político
Partido Comunista Brasileiro
Partido Comunista do Brasil
Descripción
Sumario:Com o advento do fim da Guerra Fria e a dissolução da U.R.S.S. os partidos comunistas, ao redor do globo, entraram em uma relativa crise. As táticas, as estratégias e até os princípios foram questionados. No cenário brasileiro ocorre o questionamento interno nos dois principais partidos comunistas; o Partido Comunista Brasileiro (PCB) e o Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Este trabalho pretende contribuir com a discussão acerca das estratégias e táticas dos partidos comunistas no século XXI a partir da experiência dos partidos comunistas brasileiros no sentido de pensar, a partir destas estratégias e táticas, até que pontos estes partidos permanecem fiéis ao comunismo marxiano. Para tanto, é preciso discutir os princípios e o programa do comunismo marxiano, sendo propício rememorar o debate “reforma ou revolução”, de modo a estabelecer os marcos analíticos para a análise. Do ponto de vista metodológico, utiliza-se o histórico recente dos partidos políticos com o poder e analisa-se alguns documentos dos dois partidos sobre estratégias e táticas políticas para responder à questão do trabalho. Trata-se de um estudo exploratório que pode lançar luz sobre o debate, mas que necessita ser complementado por pesquisas mais abrangentes.