Parâmetros fisiológicos e desempenho de frangos de corte criados sob condições simuladas de ondas de calor

Para avaliar os impactos de ondas de calor sobre as respostas fisiológicas e desempenho de frangos de corte submetidos ao estresse térmico foram utilizados 500 pintinhos de corte, machos e da linhagem Cobb 500, alojados com um dia de idade e criados até 45 dias em duas câmaras climatizadas equipadas...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Mello, Juliana Lolli Malagoli [UNESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/96542
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/96542
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Frango de corte - Fisiologia
Frango de corte - Carcaças
Temperatura - Efeito fisiologico
Broilers - Carcass
Broilers - Thermal stress
Descripción
Sumario:Para avaliar os impactos de ondas de calor sobre as respostas fisiológicas e desempenho de frangos de corte submetidos ao estresse térmico foram utilizados 500 pintinhos de corte, machos e da linhagem Cobb 500, alojados com um dia de idade e criados até 45 dias em duas câmaras climatizadas equipadas com mecanismos de aquecimento e refrigeração. Metade das aves foi criada em câmara termoneutra (tratamento controle), sendo o restante alojado em outra câmara climatizada e submetido a períodos de estresse térmico (32°C por 0, 24, 48 e 72 horas), em três idades (com início aos 21, 35 e 42 dias de idade), com o objetivo de simular três ondas de calor. Os índices de desempenho foram analisados por um delineamento inteiramente casualizado (DIC) com dois tratamentos (com e sem estresse térmico) e dez repetições cada. Parâmetros fisiológicos, peso médio ao abate, rendimento de carcaça e rendimento de cortes foram analisados utilizando-se um DIC em esquema fatorial 2 x 4 (dois tratamentos e quatro períodos de estresse). O aumento da frequência respiratória das aves foi verificado a partir de 24 horas de exposição à alta temperatura para as três ondas de calor simuladas. Durante a terceira onda de calor não houve variação da temperatura retal com o aumento da duração do estresse. A temperatura do ambiente não influenciou o valor do hematócrito e as concentrações dos hormônios T3 e T4. O desempenho das aves submetidas aos tratamentos foi inferior ao do tratamento controle. O ambiente quente favoreceu a ocorrência de calos nos pés das aves. Ondas de calor influenciam negativamente o equilíbrio fisiológico de frangos de corte cujos efeitos do estresse térmico são comprovados pela queda do desempenho animal