A DESMONTAR MONTAGENS
O colonizado tender a ver na metrópole a luz que o ilumina. Sua “reflexão” reflete luzes advindas dos “grandes centros”. A colonização ibérica implantou a metafísica cristã como estrutura inconsciente na América Latina. A arte se faz entre querer dizer e não poder, entre sugerir e necessidade de ir...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) |
| Repositorio: | Pixo |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.ufpel.edu.br:article/7042 |
| Acceso en línea: | https://revistas.ufpel.edu.br/index.php/pixo/article/view/7042 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | colonialismo figuras de retórica colagem desconstrução |
| Sumario: | O colonizado tender a ver na metrópole a luz que o ilumina. Sua “reflexão” reflete luzes advindas dos “grandes centros”. A colonização ibérica implantou a metafísica cristã como estrutura inconsciente na América Latina. A arte se faz entre querer dizer e não poder, entre sugerir e necessidade de ir além. Figuras retóricas ajudam a ler obras de arte que tenham subjacente a intenção de convencer, mas é preciso distinguir entre o sentido pretendido e o que é dito nas entrelinhas. Ao querer ultrapassar a tradição metafísica, é preciso perguntar se não se recai nela sem perceber. |
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