Massa paranasal: dacrioestenose congênita? Relato de caso

O objetivo deste é descrever uma criança portadora de massa paranasal, atentando para a importância dos diagnósticos diferenciais. RELATO do CASO: ACS, 6 meses, sexo feminino, desde o nascimento apresentando abaulamento não inflamatório, no canto medial do olho esquerdo, lacrimejamento e hiperemia n...

ver descrição completa

Detalhes bibliográficos
Autores: Shiratori, Claudia Akemi [UNESP], Schellini, Silvana Artioli [UNESP], Palhares Neto, Aristides Augusto [UNESP], Schellini, Ricardo de Campos, Yamashita, Seizo [UNESP]
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2004
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/12675
Acesso em linha:http://dx.doi.org/10.1590/S0004-27492004000500027
http://hdl.handle.net/11449/12675
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Obstrução dos ductos lacrimais
Encefalocele
Meningocele
Seio etmóide
Seios paranasais
Diagnóstico diferencial
Criança
Relato de caso
Lacrimal duct obstruction
Encephalocele
Ethmoid sinus
Paranasal sinus
Differential diagnosis
Child
Case report
Descrição
Resumo:O objetivo deste é descrever uma criança portadora de massa paranasal, atentando para a importância dos diagnósticos diferenciais. RELATO do CASO: ACS, 6 meses, sexo feminino, desde o nascimento apresentando abaulamento não inflamatório, no canto medial do olho esquerdo, lacrimejamento e hiperemia no olho direito. Ao exame apresentava fenômeno de Bell negativo bilateral, lagoftalmo à direita, ulceração e opacidade corneana à direita; presença de lesão arredondada, de superfície lisa no canto medial do olho esquerdo, sem sinais inflamatórios, medindo aproximadamente 2 cm de diâmetro, não pulsátil. À palpação, a lesão era elevada, de consistência fibroelástica, imóvel, indolor, irredutível. À propedêutica das vias lacrimais, não havia refluxo à compressão, o teste de Milder foi negativo em ambos olhos e as vias apresentavam-se pérvias à dacriocistografia. O exame tomográfico revelou tratar-se de meningocele fronto-etmoidal. COMENTÁRIOS: Os autores chamam a atenção para a adequada semiologia para a investigação das massas paranasais, a fim de se instituir o adequado tratamento.