Domingos: camadas políticas sobre a Avenida Paulista
Esta pesquisa propõe descrever as ações recentes sobre o espaço da Avenida Paulista através de três camadas: o Programa Ruas Abertas, a atuação dos coletivos ativistas e as manifestações. Procuramos investigar o que tem acontecido neste espaço; como isso tem feito parte da rua e atravessado as polít...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/33817 |
| Acceso en línea: | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/33817 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Arquitetura e Urbanismo Avenida Paulista (São Paulo, SP) - Aspectos políticos Avenida Paulista (São Paulo, Brazil) - Political aspects Política pública Public policy Sociologia urbana - Avenida Paulista (São Paulo, SP) Sociology, Urban - Avenida Paulista (São Paulo, Brazil) |
| Sumario: | Esta pesquisa propõe descrever as ações recentes sobre o espaço da Avenida Paulista através de três camadas: o Programa Ruas Abertas, a atuação dos coletivos ativistas e as manifestações. Procuramos investigar o que tem acontecido neste espaço; como isso tem feito parte da rua e atravessado as políticas públicas destinadas para tal; e quais sujeitos têm sido evidenciados nesse processo. Algumas noções principais perpassarão a pesquisa, nos ajudando a compreender este espaço da rua que está para além da sua materialidade construtiva, mas atravessado por relações sociais. Primeiro, o conceito de “estado de rua” (SCHVARSBERG, 2011), nos mostrando um uso da rua que é instável, repleto de dinâmicas próprias que configuram, a todo instante, modos outros de “fazer cidade” (AGIER, 2011), tensionando o planejado e o programado. Segundo, a noção de “ocupação” que, buscando por visibilidade através de uma estabilidade momentânea, operaria em um “agir político” pelo “direito de ali estar” (AGIER, 2015), reforçando as disputas, os dissensos e os desentendimentos inerentes ao espaço da rua. Por fim, a noção de “política” em distintas escalas, que se apresenta “da rua”, “para rua” e “na rua”, contribuindo para percebermos uma ação política em uma escala micro, do banal e do ordinário; em uma escala macro, em que a tentativa de consensualização buscaria o apagamento deste ordinário; e em uma escala, talvez, ainda mais exacerbada, em que a efervescência das grandes manifestações alcance um abalo político de proporções gigantescas. |
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