Níveis de cálcio e de organominerais em dietas para frangos de corte na fase inicial

Foi realizado um experimento a fim de avaliar a interação entre níveis de cálcio dietéticos, mantendo a mesma relação Ca/Pdisp e os níveis de suplementação dos organominerais Se, Cu, Fe, Zn e Mn sobre o desempenho, a deposição tecidual e os níveis de minerais nas excretas de frangos de corte. Foram...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Faria, Bruno Damaceno
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Viçosa (UFV)
Repositorio:LOCUS Repositório Institucional da UFV
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:locus.ufv.br:123456789/9976
Acceso en línea:http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/9976
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Frango - Alimentação e rações
Minerais na nutrição animal
Cálcio na nutrição animal
Exigências Nutricionais dos Animais
Descripción
Sumario:Foi realizado um experimento a fim de avaliar a interação entre níveis de cálcio dietéticos, mantendo a mesma relação Ca/Pdisp e os níveis de suplementação dos organominerais Se, Cu, Fe, Zn e Mn sobre o desempenho, a deposição tecidual e os níveis de minerais nas excretas de frangos de corte. Foram utilizados 2496 pintos de corte macho da linhagem Cobb 500 com 01 (um) dia de idade, alojados até os 21 dias de idade, em 96 boxes (unidades experimentais) de 3m2. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com 12 tratamentos, em esquema fatorial 3 x 4 sendo, três níveis de cálcio dietético (8, 10 e 12 g/kg) mantendo a mesma relação Ca/Pdisp (2:1) e quatro níveis de suplementação de organominerais (0,62; 0,72; 0,82 e 0,92 g/kg), com 08 repetições de 26 aves por unidade experimental. Os tratamentos foram: T1 – 8 e 0,62 G/kg; T2 – 8 e 0,72 g/kg; T3 - 8 e 0,82 g/kg; T4 – 8 e 0,92 g/kg; T5 – 10 e 0,62 g/kg; T6 – 10 e 0,72 g/kg; T7 – 10 e 0,82 g/kg; T8 – 10 e 0,92 g/kg; T9 – 12 e 0,62 g/kg; T10 – 12 e 0,72 g/kg; T11 – 12 e 0,82 g/kg; T12 – 12 e 0,92 g/kg. A suplementação de microminerais foi realizada através da adição de diferentes níveis do produto Bioplex TR SE e a suplementação de Cálcio foi realizada através da adição de níveis crescentes de calcário e fosfato. Ao final do experimento foram avaliados o ganho de peso, o consumo de ração, a conversão alimentar, a viabilidade, o índice de eficiência produtiva (IEP). Foram analisados nos tecidos (fígado e peito) e na cama a concentração dos microminerais Se, Cu, Fe, Zn e Mn e as concentrações de Ca, de P e de cinzas na tíbia. Foi observada interação significativa entre os níveis de Ca e os níveis do SM (Suplemento Mineral) para os parâmetros de desempenho, concentração de Cu no fígado, concentração de Se e Cu no peito e concentração de Se, Mn e Zn na cama. Não foi observada interação (P > 0,05) para as concentrações de Ca, P e cinzas na tíbia, sendo estas influenciadas apenas pelos níveis de cálcio na dieta (P < 0,05). No nível recomendado de Ca na literatura de 10 g/kg é que promoveu as melhores respostas de deposição adequada dos macrominerais Ca e P no tecido ósseo e microminerais nos tecidos fígado e peito bem como menor excreção de microminerais na cama e juntamente com o nível de 0,82 g/kg do SM garantiu as melhores respostas de ganho de peso.