O Realismo maravilhoso em José J. Veiga
O presente trabalho visa analisar a presença do realismo maravilhoso em contos do escritor goiano José J. Veiga. Tomaremos como corpus seu primeiro livro, Os cavalinhos de Platiplanto (1959). Nele analisaremos os contos: ‘Onde andam os didangos?’, ‘Os cavalinhos de Platiplanto’ e ‘A Invernada do Sos...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFGD |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:https://repositorio.ufgd.edu.br/jspui:prefix/1396 |
| Acceso en línea: | http://repositorio.ufgd.edu.br/jspui/handle/prefix/1396 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURA COMPARADA Realismo mágico (literatura) Veiga, José J., 1915-1999 Magic realism (Literature) |
| Sumario: | O presente trabalho visa analisar a presença do realismo maravilhoso em contos do escritor goiano José J. Veiga. Tomaremos como corpus seu primeiro livro, Os cavalinhos de Platiplanto (1959). Nele analisaremos os contos: ‘Onde andam os didangos?’, ‘Os cavalinhos de Platiplanto’ e ‘A Invernada do Sossego’. Investigaremos essa proposta com base na teoria do realismo maravilhoso de Irlemar Chiampi (1980), a qual explica esse fenômeno no contexto latino-americano. . Dos estudos de Chiampi, calcaremos nosso foco de estudo na perspectiva de que os personagens vivenciam o realismo maravilhoso por meio do encontro com a maravilha, que por sua vez, acontece quando se dá um olhar intenso sobre o objeto, produzindo assim um ver através. Trabalharemos a teoria do romance de urbanização, elaborada por Fernando Gil (2013), com o intuito de mostrar como o comportamento de paralisia no tempo se aplica aos personagens dos contos analisados de José J. Veiga. Outros teóricos: Souza (1990), Myazaki (1988), Dantas (2002) contribuíram para compreendermos o estilo da obra de Veiga, assim como Candido (1989) auxiliou-nos no objetivo de situarmos o escritor no cenário da literatura brasileira. Carpentier (1987) contribuiu para entendermos o período de crise vivido pelo romance na América Latina. Todo esse percurso é fortalecido com a teoria da literatura fantástica, e seus subgêneros, citados por Todorov (1992), sem a qual não penetraríamos no realismo maravilhoso. |
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