Desenvolvimento humano na velhice : um estudo sobre as perdas e o luto entre mulheres no início do processo de envelhecimento
O presente trabalho teve como objetivo investigar as perdas vividas por mulheres que estão envelhecendo e as formas de enfrentamento do luto e reestruturação de suas vidas. A velhice é uma fase do desenvolvimento marcada por múltiplas perdas significativas que demandam um doloroso trabalho psíquico...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2007 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-31012008-162359 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47131/tde-31012008-162359/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | aging desenvolvimento humano envelhecimento grief human development luto old age velhice |
| Sumario: | O presente trabalho teve como objetivo investigar as perdas vividas por mulheres que estão envelhecendo e as formas de enfrentamento do luto e reestruturação de suas vidas. A velhice é uma fase do desenvolvimento marcada por múltiplas perdas significativas que demandam um doloroso trabalho psíquico para elaboração e readaptação. Apesar das usuais representações negativas e tentativas de negar o envelhecimento, tem se aberto espaço para novos papéis, oportunidades de socialização, aprendizagem e crescimento. O objetivo deste trabalho foi conhecer algumas das experiências atuais de envelhecimento das participantes, as suas dificuldades, mortes concretas e simbólicas, seus modos de enfrentamento e projetos de vida. A abordagem da pesquisa foi qualitativa. Foram realizadas entrevistas abertas que partiam de uma pergunta ampla e eram acompanhadas de acordo com o que as entrevistadas consideravam relevante. As participantes foram quatro mulheres, com idades entre 53 e 64 anos, que realizaram atividades da Universidade Aberta à Terceira Idade no Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. Foram destacadas falas representativas, as quais foram categorizadas e analisadas por eixos temáticos. Os relatos mostraram que as principais fontes de sofrimento eram a perda do cônjuge, do trabalho e as exigências do papel de cuidadoras dos pais mais idosos. A falta de preparação para a velhice e a aposentadoria, de apoio profissional e a solidão dificultam o enfrentamento das perdas nesta fase da vida. Constatou-se que esse início da velhice é um importante momento de transição que demanda cuidado e atenção para que se possa ter melhor qualidade de vida no envelhecimento. Foram feitas propostas de abertura de espaços de discussão sobre o tema das perdas e o processo de luto no envelhecimento. |
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