Autoimagem genital e sintomas de Transtorno Dismórfico Corporal em pacientes submetidas a ninfoplastia em cunha central versus ressecção linear: ensaio clínico randomizado
Introdução: A ninfoplastia, cirurgia para tratamento da hipertrofia dos pequenos lábios vaginais, pode ter impacto na autoimagem genital e sin-tomas de transtorno dismórfico corporal. O Brasil é o país que mais realiza este procedimento. Objetivo: Avaliar a autoimagem genital e sintomas de transtorn...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNIFESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unifesp.br:11600/63748 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/11600/63748 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Genitália feminina Cirurgia plástica Sexualidade Transtornos dismórficos corporais Autoimagem Comportamento sexual |
| Sumario: | Introdução: A ninfoplastia, cirurgia para tratamento da hipertrofia dos pequenos lábios vaginais, pode ter impacto na autoimagem genital e sin-tomas de transtorno dismórfico corporal. O Brasil é o país que mais realiza este procedimento. Objetivo: Avaliar a autoimagem genital e sintomas de transtorno dismórfico corporal em pacientes portadoras de hipertrofia de pequenos lábios, submetidas a ninfoplastia em cunha ou resseção linear. Método: Ensaio clínico aleatório, com razão de alocação 1:1, envolvendo 48 mulheres adultas submetidas a ninfoplastia. O Grupo Estudo foi submetido a ninfoplastia em cunha e o Grupo Controle a ninfoplastia linear. Autoimagem genital e sintomas de Transtorno Dismórfico Corporal foram avaliados no pré-operatório e com seis meses de pós-operatório. Resultados: Observou-se melhora na autoimagem genital após seis meses da inter-venção (p<0,001) e uma redução no escore de sintomas de transtorno dis-mórfico corporal (p<0,001), não havendo diferença estatística significante entre os grupos Estudo e Controle. Também não se verificaram associações entre complicações e técnica empregada. Conclusão: Houve melhora na autoimagem genital e redução de sintomas de transtorno dismórfico corporal no pós-operatório de seis meses, em ambos os grupos, não havendo superioridade de uma técnica em relação à outra, para os desfechos analisados. |
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