A inclusão escolar no município de Parnaíba (MS): reflexões sobre a atuação profissional do monitor de alunos com deficiência / SCHOOL INCLUSION IN THE PARANAÍBA-MS CITY: reflections about the monitor’s professional role with disabled students
A fim de garantir condições mínimas de acesso e permanência dos alunos com alguma deficiência nas salas de aula comuns do ensino regular, muitos sistemas de ensino têm recorrido à contratação de monitores para realizar o acompanhando dos educandos com necessidades educacionais especiais no cotidiano...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Comunitária da Região de Chapecó (UNOCHAPECÓ) |
| Repositorio: | Revista Pedagógica (Chapecó. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.pegasus.unochapeco.edu.br:article/1467 |
| Acceso en línea: | https://bell.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/pedagogica/article/view/1467 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Correccionalismo. Criminalización. Desigualdad. Pobreza. Exclusión. Adolescentes infractores de la ley penal. Medios de comunicación. Capitalismo histórico. Vigilar. Castigar. Mano dura. Neoliberalismo. |
| Sumario: | A fim de garantir condições mínimas de acesso e permanência dos alunos com alguma deficiência nas salas de aula comuns do ensino regular, muitos sistemas de ensino têm recorrido à contratação de monitores para realizar o acompanhando dos educandos com necessidades educacionais especiais no cotidiano escolar. Essa nova função, entretanto, parece mal compreendida, gerando situações de exclusão velada. Por isso, o objetivo deste trabalho é justamente refletir sobre como tem se caracterizado a prática desses profissionais no sistema municipal de ensino de Paranaíba (MS), tomando por base os dados de questionário aberto aplicado junto a uma amostra de cinco monitores. Pela análise dos dados, percebe-se que os monitores, também chamados de auxiliares, privilegiam a socialização dos alunos que lhe são confiados, mantendo uma relação distante com a coordenação pedagógica e mesmo com os professores regentes, o que ratifica a ideia de uma inclusão excludente. |
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