A virada performativa no cinema de Jacques Rivette: notas sobre L’Amour fou (1968)
O artigo discute o terceiro longa metragem de Jacques Rivette, L’Amour fou (1968), atentando para a mudança que ele inaugura no seu método de filmagem, estabelecendo uma nova relação entre o cinema e o teatro. Ao conjugar elementos do cinema direto, do happening e da performance, o filme marca um po...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Católica de Brasília (UCB) |
| Repositorio: | Esferas - Revista Interprogramas de Pós-graduação em Comunicação do Centro-Oeste |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.portalrevistas.ucb.br:article/12359 |
| Acceso en línea: | https://portalrevistas.ucb.br/index.php/esf/article/view/12359 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Jacques Rivette L’Amour fou cinema moderno teatro performance |
| Sumario: | O artigo discute o terceiro longa metragem de Jacques Rivette, L’Amour fou (1968), atentando para a mudança que ele inaugura no seu método de filmagem, estabelecendo uma nova relação entre o cinema e o teatro. Ao conjugar elementos do cinema direto, do happening e da performance, o filme marca um ponto de inflexão na obra do cineasta, e acaba construindo uma teatralidade própria do cinema. |
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