Malformações arteriovenosas encefálicas: impacto da angioarquitetura nidal no resultado do tratamento radiocirúrgico isolado ou precedido de embolização
Aspectos morfológicos do nido e embolização parcial neoadjuvante sem intenção de cura de malformações arteriovenosas encefálicas, precedendo a radiocirurgia, podem ter influência no resultado final do tratamento. Métodos: série consecutiva de 47 pacientes submetidos à radiocirurgia (1 a 5 sessões),...
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-16112017-110424 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5151/tde-16112017-110424/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Brain arteriovenous malformation Cerebral hemorrhage Embolização terapêutica Embolization Endovascular treatment Hemorragia intracraniana Malformação arteriovenosa encefalica Procedimentos endovasculares Radiocirurgia Radiosurgery |
| Sumario: | Aspectos morfológicos do nido e embolização parcial neoadjuvante sem intenção de cura de malformações arteriovenosas encefálicas, precedendo a radiocirurgia, podem ter influência no resultado final do tratamento. Métodos: série consecutiva de 47 pacientes submetidos à radiocirurgia (1 a 5 sessões), precedida ou não por embolização com cianoacrilato. Acompanhamento clínico e radiológico mínimo de 36 meses. Resultados: a apresentação hemorrágica ocorreu em 68,1% dos pacientes tratados; destes, 62,5% portavam fístula arteriovenosa dentro da malformação arteriovenosa; 83,3% ectasia venosa e 90% restrição à drenagem venosa. A taxa de oclusão de embolização seguida de radiocirurgia foi de 46,1% e da radiocirurgia isolada foi de 52,4% (p=0,671). Foram identificados como fatores favoráveis à oclusão: baixo volume nidal, ausência de fístula arteriovenosa intranidal, maior dose de radiação e baixo grau na classificação das malformações arteriovenosas encefálicas baseadas na radiocirurgia (RBAS). Conclusões: o menor volume nidal (p < 0,001), o menor grau na escala RBAS (p=0,047), a ausência de fístula arteriovenosa intranidal (p=0,001) e a maior dose prescrita (p=0,001) tiveram correlação com resultado favorável no tratamento. Embolização seguida de radiocirurgia não foi superior à radiocirurgia isolada (p=0,772). A eliminação de fístulas arteriovenosas intranidais pela embolização pode aumentar a eficácia da radiocirurgia |
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