IDENTIFICAÇÃO DE ÁREAS PRIORITÁRIAS PARA CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE E PAISAGENS NO ESTADO DE GOIÁS: MÉTODOS E CENÁRIOS NO CONTEXTO DA BACIA HIDROGRÁFICA
Neste artigo, apresentamos uma nova proposta de seleção de áreas prioritárias para conservação, a qual considera tanto a qualidade e viabilidade ecológica das áreas de vegetação remanescente do Cerrado goiano, a partir do uso de dados e critérios ambientais no âmbito da paisagem, quanto a praticidad...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Uberlândia (UFU) |
| Repositorio: | Revista brasileira de cartografia - RBC (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.seer.ufu.br:article/43673 |
| Acceso en línea: | https://seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/43673 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Áreas Prioritárias Conservação no Bioma Cerrado Planejamento Sistemático da Conservação |
| Sumario: | Neste artigo, apresentamos uma nova proposta de seleção de áreas prioritárias para conservação, a qual considera tanto a qualidade e viabilidade ecológica das áreas de vegetação remanescente do Cerrado goiano, a partir do uso de dados e critérios ambientais no âmbito da paisagem, quanto a praticidade e a legalidade do uso de bacias hidrográficas para gestão. Esta proposta, baseada em um modelo matemático não-linear, permite variar parâmetros de acordo com os interesses sócio-econômicos e ambientais, gerando distintas soluções e cenários. Entre estas soluções, destacamos, para o conjunto de 1511 bacias hidrográficas maiores que 9.500 ha consideradas neste estudo, uma solução ótima, a qual prioriza as áreas de vegetação remanescente com elevada porcentagem de ambientes ripários, valorizando a vizinhança e a conectividade entre elas. Em particular, esta solução coincide com a existência de grandes corredores naturais, tais como, na região nordeste, o corredor Paranã-Pirineus, e na região sudoeste, o corredor que contém o Parque Nacional das Emas e as nascentes do Rio Araguaia. Da mesma forma, esta solução também corrobora para a implantação de novos corredores, voltados, entre outros, à conexão da região noroeste com a região nordeste. A nossa expectativa é de que este modelo possa contribuir tanto para valorização das áreas de vegetação remanescente em propostas de conservação, quanto para otimizar a restauração de áreas degradadas, auxiliando, entre outros, no desenho de novos arranjos espaciais, ecologicamente mais sustentáveis, das áreas de pastagens e agricultura. |
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