O uso do mascaramento no potencial evocado auditivo de tronco encefálico com estímulo tone burst por condução aérea em indivíduos com perda auditiva unilateral
A utilização do mascaramento contralateral durante a pesquisa do potencial evocado auditivo de tronco encefálico é uma temática bastante discutida, visto a inexistência de um consenso na literatura acerca de sua necessidade. O objetivo deste estudo foi verificar a necessidade do uso do mascaramento...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-12062018-190631 |
| Acesso em linha: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/25/25143/tde-12062018-190631/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Evoked potentials, auditory brain stem Hearing loss, unilateral Mascaramento perceptivo Perceptual masking Perda auditiva unilateral Potenciais evocados auditivos do tronco encefálico |
| Resumo: | A utilização do mascaramento contralateral durante a pesquisa do potencial evocado auditivo de tronco encefálico é uma temática bastante discutida, visto a inexistência de um consenso na literatura acerca de sua necessidade. O objetivo deste estudo foi verificar a necessidade do uso do mascaramento contralateral no potencial evocado auditivo de tronco encefálico com estímulo tone burst apresentado com fone de inserção 3A e propor a aplicabilidade do ruído mascarador white noise na perda auditiva sensorioneural unilateral de graus severo ou profundo. Foram avaliados 15 indivíduos, de ambos os sexos, com o diagnóstico audiológico prévio de perda auditiva sensorioneural unilateral de graus severo ou profundo, com idades entre 2 a 40 anos. Para tanto, foi pesquisada a resposta neural definida pela presença da onda V na orelha com perda auditiva, nas frequências de 500, 1000, 2000 e 4000 Hz. Nos casos em que houve o registro, a pesquisa foi repetida com mascaramento white noise na orelha contralateral. Os registros foram analisados por dois juízes experientes em eletrofisiologia, a fim de verificar a concordância entre as análises. O Coeficiente Kappa (1,00) apresentou força de concordância quase perfeita e o de Correlação Intraclasse (1,00) foi excelente, entre as duas avaliadoras, em todas as análises. Como resultado, foi observada a audição cruzada, ao menos uma vez, em todas as frequências analisadas. Os níveis de mascaramento contralateral mínimos necessários para eliminar a participação da orelha não testada variaram de 10 a 20 dBnNA acima do limiar eletrofisiológico da orelha sem perda auditiva. Não foi possível realizar a análise para a frequência de 500 Hz devido à presença de artefato e ruído elétricos. Conclui-se que o uso do mascaramento contralateral no potencial evocado auditivo de tronco encefálico com estímulo tone burst apresentado com fone de inserção 3A é necessário nas frequências de 1000, 2000 e 4000 Hz em indivíduos com perda auditiva sensorioneural unilateral de graus severo ou profundo, nas intensidades de 15, 20 e 10 dB acima dos limiares eletrofisiológicos, respectivamente. |
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