Avaliação citotóxica, genotóxica e antiprofilerativa de Cinchona officinalis L. (Rubiaceae) / Cytotoxic, genotoxic and anti-prophylactic evaluation of Cinchona officinalis L. (Rubiaceae)

A espécie Cinchona officinalis L. pertence a ordem Rubiales e à família Rubiaceae é popularmente conhecida como China, Quina ou Quininha, possui alto valor econômico e medicinal, sendo muito utilizada para tratar doenças como a malária, cãibras musculares, inflamações entre outras. O objetivo deste...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Macedo, Weslaine de Almeida, dos Santos, Bruna Natália Veloso, de Mello, Vanessa dos Santo, Karsburg, Isane Vera
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repositorio:Revista Veras
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/28585
Acceso en línea:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/28585
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Citogenotoxicidade
Efeito antiprofilerativo
Quina.
Descripción
Sumario:A espécie Cinchona officinalis L. pertence a ordem Rubiales e à família Rubiaceae é popularmente conhecida como China, Quina ou Quininha, possui alto valor econômico e medicinal, sendo muito utilizada para tratar doenças como a malária, cãibras musculares, inflamações entre outras. O objetivo deste trabalho foi avaliar a padronização correta das diferentes concentrações de C. officinalis utilizando dois bioindicadores como teste in vivo Allium cepa e Pisum sativum. Os meristemas radiculares de Allium cepa e Pisum sativum após obterem desenvolvimento de 2 mm das radículas em placa de petri com papel germitest e água destilada e, no caso de A. cepa com raízes de 2 cm em copos descartáveis obtidas sob água destilada, foram expostos aos diferentes tratamentos das infusões. Foram utilizadas 3 concentrações (1g, 2g e 3g) da casca de C. officinalis para a preparação da infusão, e os controles negativo (água destilada) e positivo (paracetamol 20%). Os meristemas foram coletados após 24, 48, 72 e 96 horas. Após coleta, os meristemas foram lavados em água destilada com 3 trocas consecutivas e fixados em solução de metanol : ácido acético (3:1) por pelo menos 24 horas sob refrigeração. Para análise do material, os meristemas foram submetidos a técnica de esmagamento com uma gota de Orceina acética 2%. Foram realizadas 15 lâminas de cada tratamento e contabilizadas 300 células por lâmina. A observação das lâminas foi realizada em microscópio óptico sob magnitude de 400x, sob a técnica de varredura. Os biotestes A. cepa e P. sativum foram sensíveis e eficientes para analisar a toxidez de C. officinalis, foi verificado efeito antiprofilerativo nos dois bioindicadores, indicando assim a citogenotoxicidade da planta.