Handover vertical em redes NGN: integrando a sinalização do domínio de comutação de circuitos e o IMS.
Este trabalho visa estudar e implementar a integração entre o domínio de comutação de circuitos e o IP Multimedia Subsystem (IMS) para suportar handovers verticais, ou seja, entre redes de acesso distintas, por exemplo, Global System for Mobile communications (GSM) e WiFi, em especial no Serviço Voi...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2008 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-15092008-152814 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3141/tde-15092008-152814/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | GSM (Global System for Mobile Communications) Handover IMS (IP Multimedia Subsystem) NGN (Next Generation Networks) Redes multimídia Telefonia móvel VCC (Voice Call Continuity) |
| Sumario: | Este trabalho visa estudar e implementar a integração entre o domínio de comutação de circuitos e o IP Multimedia Subsystem (IMS) para suportar handovers verticais, ou seja, entre redes de acesso distintas, por exemplo, Global System for Mobile communications (GSM) e WiFi, em especial no Serviço Voice Call Continuity (VCC). Entretanto muito pouco é especificado sobre a integração entre os domínios nas normas das diversas entidades de padronização que tratam sobre o assunto. Assim, apresenta-se uma proposta para essa integração, criando-se uma nova entidade funcional para realizá-la, o Call Data Storage Function (CDSF), que interage com os demais módulos do Serviço VCC e garante que algumas informações que devem ser trocadas entre os módulos não sejam perdidas, devido à conversão de protocolos de sinalização na interface entre tais domínios. O CDSF auxilia também no controle da alocação de endereços de referência utilizados no encaminhamento de chamadas de um domínio para o outro. São definidos os protocolos de acesso ao CDSF, bem como os métodos disponíveis. Em sua concepção, recorre-se a uma modelagem modular, que permite futuras melhorias, apenas por troca de módulos. Como estudos de caso para validar a proposta são apresentados cenários de chamadas que utilizam o Serviço VCC, passando pelo CDSF. Por fim, conclui-se que a integração entre os domínios é viável se a proposta deste trabalho for utilizada. Também se demonstra que a separação dos planos de controle dos planos de dados (de usuário) é uma das contribuições fundamentais da arquitetura NGN para o sucesso de suas implementações, como por exemplo o IMS.Além disso, destacam-se as vantagens que o Serviço VCC pode agregar ao IMS, contribuindo para sua adesão em menor prazo pelas operadoras de telecomunicações, dado que esse serviço contribui para a integração de redes, cada vez mais convergentes, agregando mobilidade e continuidade à sua utilização. |
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