(Nos) labirintos imagéticos de Time (Shigan) de Kim Ki Duk : olhar, corpo e discurso amoroso
O tema da pesquisa da presente dissertação é investigar a poética narrativa do cineasta sulcoreano Kim Ki Duk a partir dos elementos nomeados labirintos imagéticos presentes na narrativa fílmica Time (Shigan)-2006. O ponto de partida do estudo é a análise da narrativa focalizando o trânsito entre te...
| Author: | |
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| Format: | master thesis |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2015 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repository: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/130769 |
| Online Access: | http://hdl.handle.net/10183/130769 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Kim, Ki Duk Barthes, Roland, 1915-1980 Literatura comparada Cinema Sul-Coreano Intertextualidade Poética Comparative literature Korean cinema Intertextuality Kim Ki Duk |
| Summary: | O tema da pesquisa da presente dissertação é investigar a poética narrativa do cineasta sulcoreano Kim Ki Duk a partir dos elementos nomeados labirintos imagéticos presentes na narrativa fílmica Time (Shigan)-2006. O ponto de partida do estudo é a análise da narrativa focalizando o trânsito entre textos e os jogos de significantes no discurso amoroso e na criação de corpos orgânicos, imagéticos, simbólicos e ficcionais. Sendo assim, foram explorados os labirintos do discurso amoroso e os labirintos do corpo como os responsáveis pela formação dos labirintos imagéticos que permeiam a narrativa fílmica em análise. Ao longo do estudo do objeto híbrido— narrativa fílmica, pontuaram-se questionamentos sobre Intertextualidade, Interdisciplinaridade, Imagem, Olhar e o objeto a. Pretendo estabelecer diálogos entre Teoria Literária, Psicanálise, Antropologia, Filosofia, Estudos Intermídias e Estudos Culturais, uma vez que a narrativa fílmica do cineasta Kim Ki Duk é tecida e mediada por elementos de uma poética dos limiares, de jogos vertiginosos das imagens e de provocação dos limites da linguagem, oscilando entre a presença e a ausência de significantes. |
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