Membranas poliméricas obtidas a partir de nanocompósitos de PA 6.6/argila montmorilonítica pela técnica de inversão de fases.
Membranas microporosas foram obtidas a partir de nanocompósitos de poliamida 6.6 com 1 e 3% de argila bentonítica nacional, por meio do processo de inversão de fases. Foram utilizados dois tipos de banho cie precipitação: banho em água destilada e banho numa solução de água destilada com ácido fórmi...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/3024 |
| Acesso em linha: | https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/3024 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Membranas poliméricas Polymeric membranes Nanocompósitos Nanocompuestos Nanocomposites Poliamida Polyamide Argila bentonítica Arcilla de bentonita Bentonite clay Inversão de fases Phase inversion Inversión de fase |
| Resumo: | Membranas microporosas foram obtidas a partir de nanocompósitos de poliamida 6.6 com 1 e 3% de argila bentonítica nacional, por meio do processo de inversão de fases. Foram utilizados dois tipos de banho cie precipitação: banho em água destilada e banho numa solução de água destilada com ácido fórmico. Os nanocompósitos foram obtidos a partir da técnica de intercalação por fusão e apresentaram estrutura intercalada e/ou parcialmente esfoliada, como indicado por DRX. Por calorimetria exploratória diferencial (DSC), observou-se que a presença da argila não alterou significativamente as temperaturas de fusão dos nanocompósitos, se comparados com a da poliamida pura. As membranas obtidas foram caracterizadas por MEV, DRX, Medidas de fluxo e Permeação ao vapor d'água. De modo geral, as membranas apresentaram uma morfologia assimétrica, detectadas por MEVs: uma camada seletiva e uma camada porosa, com variações na sua microestrutura. O banho de precipitação numa solução de água + ácido propiciou a diminuição' da camada seletiva das membranas, se comparadas com as membranas obtidas num banho de precipitação em água. De modo geral, as membranas com 1% de argila e banho de precipitação em água apresentaram fluxos relativamente bons para todas as pressões utilizadas (1, 2 e 3 bar). Para as membranas obtidas a partir de um banho de precipitação numa solução de água + ácido, obteve-se um crescimento gradual da permeação de vapor d'agua, à medida que se aumentou o teor de argila. Para as membranas obtidas a partir de um banho de precipitação em água, houve uma redução expressiva na permeabilidade em relação à PA 6.6 pura, na faixa de 66 e 48%, para as membranas com 1 e 3% de argila, respectivamente. Portanto, membranas microporosas obtidas a partir de nanocompósitos foram obtidas, sendo que o tipo de banho de precipitação e a quantidade de argila influenciou nas características morfológicas e de permeabilidade das mesmas. |
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