Alocação de recursos e eficiência na gestão do programa bolsa família em minas gerais

O presente estudo teve como propósito investigar a alocação de recursos sociais e mensurar a eficiência da gestão do Programa Bolsa Família em Minas Gerais. O Programa Bolsa Família é um programa de transferência direta de renda com condicionalidades, que beneficia famílias em situação de pobreza. P...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Doraliza, Auxiliadora Abranches Monteiro, Ferreira, Marco Aurélio Marques, Denúbila, Laís Atanaka
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Viçosa (UFV)
Repositorio:LOCUS Repositório Institucional da UFV
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:locus.ufv.br:123456789/13002
Acceso en línea:http://www.cch.ufv.br/revista/pdfs/artigo3vol8-2.pdf
http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/13002
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Política pública
Gestão Social
Programa Bolsa Família
Descripción
Sumario:O presente estudo teve como propósito investigar a alocação de recursos sociais e mensurar a eficiência da gestão do Programa Bolsa Família em Minas Gerais. O Programa Bolsa Família é um programa de transferência direta de renda com condicionalidades, que beneficia famílias em situação de pobreza. Para a investigação proposta, foram utilizados dados e informações da Controladoria- Geral da União, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e relatórios institucionais do MDS. Para a análise da evolução e alocação dos recursos, utilizou-se a Taxa Média Geométrica de Crescimento e a Taxa de Crescimento e para verificar a eficiência e qualidade na gestão do Programa Bolsa Família, em nível municipal, tomou-se como referência o Índice de Gestão Descentralizada (IGD). Os resultados apontam que desde a implementação do Programa Bolsa Família em 2003, os investimentos nesse pro- grama em Minas Gerais têm aumentado, resultando em um crescimento médio de 8,56% ao ano. No tocante à gestão, veri- ficou-se a existência de municípios com baixos escores nos itens que compõem o IGD e alta variação entre as mesorregiões mineiras, demonstrando deficiências em diversos aspectos, tais como geração de informações do Cadastro Único e gestão das condicionalidades “saúde” e “educação”, fatores que expõem a fragilidade da gestão pública social municipal e compro- metem a eficiência do programa.