Brenda Lee e o acontecimento discursivo da aids, década de 1980 em São Paulo
Problematizo aqui a ênfase discursiva dos jornais Folha e Estado de São Paulo em torno do acontecimento da aids nos anos 1980, que cruza alvos da biopolítica à disciplinarização do corpo. Abordo as práticas de normalização violenta, de controle, governamento, agenciadas na e pela discursividade da i...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) |
| Repositorio: | Revista Ágora (Vitória) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufes.br:article/34145 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufes.br/agora/article/view/34145 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Brenda Lee género sida Gênero Aids |
| Sumario: | Problematizo aqui a ênfase discursiva dos jornais Folha e Estado de São Paulo em torno do acontecimento da aids nos anos 1980, que cruza alvos da biopolítica à disciplinarização do corpo. Abordo as práticas de normalização violenta, de controle, governamento, agenciadas na e pela discursividade da imprensa, que participaram da subjetivação de travestis, naqueles anos. Ao destacar Brenda Lee, realço histórias de re-existências à lógica cis e heterocentrada que pensa a doença como sendo própria das travestilidades. Considerando que “gênero” é histórica e discursivamente construído/subvertido, destaco os jogos de verdade por meio dos quais e a partir dos quais travestis foram levadas a dar sentidos às suas existências. E os modos como desestabilizaram discursos que se obstinam em naturalizar a morte e a doença como destino de certas corporeidades. |
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